(2002)

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a crítica

(...) começa como uma sátira à eurocracia da educação, torna-se numa actualização dos velhos «filmes de estudantes» sobre a adaptação de um jovem a um país estranho e aos companheiros de residência, e acaba algo convencionalmente, para quem quer fugir ao discurso convencional sobre a «identidade europeia» e os «novos europeus»”
Eurico de Barros, Diário de Notícias
(...) por que será que o seu filme de duas horas parece ter tanta palha para burro, tanta conversa, tantas personagens e situações desdobráveis que acabam por fazer o espectador sair cansado da sala de cinema?”
Francisco Ferreira, Expresso