(2002)

poster

a crítica

(...) o espectador não tem propriamente uma estrutura onde se apoiar, porque tudo se movimenta em círculos, sem altos nem baixos, e isso pode causar algum desconforto. Mas se olharmos mais de perto, percebemos que esta comédia de sorrisos amarelos não tem outra ambição se não aproximar-se da vida como ela é”
João Miguel Tavares, Premiere
(...) é extraordinário ver um actor que nos últimos tempos não tem feito muito para sair de si próprio deixar-se assaltar pela perda e pelo desconforto”
Kathleen Gomes, Público