Frida (2002)

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a crítica

Ora, ponto de vista, no filme de Julie Taymor, nem vê-lo. Frida é uma combinação das duas coisas que Hayek queria evitar, um melodrama conjugal entre dois artistas de feitios irreconciliáveis e ideias políticas infrequentáveis, e uma biografia drasticamente condensada e simplificada (...) o filme não só branqueia a fé estalinista da pintora mexicana, como apresenta Trotsky como a alternativa «humanista» a Estaline...”
Eurico de Barros, Diário de Notícias
Um grande filme? Definitivamente não (...) Entre uma biografia que erguesse uma grande figura trágica e uma pintura mimética de costumes e de motivos, o filme optou sempre pela segunda: nessa escolha reside o seu maior trunfo e também a sua mais radical limitação.”
Mário Jorge Torres, Público