(2002)

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a crítica

(...) é de salientar como este filme, a trabalhar sobre histórias verídicas, consegue guardar uma distância justa para se aproximar das personagens, documentar o dia-a-dia daquelas «vítimas», afastando-se assim do que mais se temia: um olhar protestante a punir as doutrinas mais obscuras da Igreja Católica.”
Francisco Ferreira, Expresso
Peter Mulan filma tudo isso com um olhar implacável que nunca desliza para a demagogia. O grande cinema britânico continua a dar-nos, pendularmente, grandes filmes.”
Jorge Leitão Ramos, Expresso