a crítica
(...) há em A FILHA uma incapacidade de criar uma espessura, um universo, um ambiente, ficando-se por um realismo de pacotilha, telenovelesco, que banaliza tudo e não permite que se estabeleça a ambiguidade (que seria, porventura, mais interessante) na relação entre Ricardo e Sara.”
Kathleen Gomes,
Público
Solveig Nordlund consegue projectar a loucura do protagonista e a ameaça do desfecho final sem nunca tombar no melodrama ridÃculo, revelando-se novamente a cineasta da intimidade que já deixou alguns filmes a reter no cinema português.”
Francisco Ferreira,
Expresso