Dolls (2002)

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a crítica

(...) beleza deste poema cinematográfico (...) DOLLS é, também pela subtileza singular em Kitano, um dos filmes mais violentos do cineasta.”
Maria do Carmo Piçarra, Premiere
Poderá ser o filme de um Kitano esteta, conceptual (...) mas nem por isso é caso para dizer que estamos perante um Kitano menor (...) DOLLS liga três histórias de amor improváveis, ultrapassando os lugares-comuns do sentimentalismo a dois”
Francisco Ferreira, Expresso