(2003)

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4.0/5Kill Bill - A Vingança (bué de fitas)
uma sátira aos western spaghetti, agradou-me bastante e as subtilezas humorísticas também, assim como os diálogos inteligentes, apanágio de tarantino. não é qualquer um que escreve e realiza um filme que mistura cartoons animados (tipo manga) com gente real num clima surrealista, macabro q.b. e com violência a rodos e embrulha tudo com mestria e nos dá um filme quase genial. tarantino fá-lo.”
Bué de fitas, 6/Out/2011
5.0/5Kill Bill - A Vingança: Vol.1
Quentin Tarantino concebeu, com perfeição, uma obra original, energicamente sublime, misto de registos e referências e tela de grande confluência estética. Uma obra-prima suportada pela magnífica interpretação de Uma Thurman (...) Um título essencial a todos os amantes maiores da arte do cinema.”
Cineroad, 22/Mai/2009
4.5/5DVD: Kill Bill - A Vingança, por Tiago Ramos
Kill Bill: Vol. 1 é, com toda a certeza, a sua obra mais sensual, onde explorou o seu lado erótico e mortífero, melhor do que nunca. O cerne da mente de Tarantino surge desta vez mais no elemento visual, do que nos diálogos. E, caramba!, como resultou lindamente!”
Split Screen, 11/Abr/2009
5.0/5Kill Bil: Voll I
Tudo o que posso afirmar é que a dita é notória em todos os aspectos da sua realização e, até, da sua escrita. A maturidade adquirida com o passar dos anos torna-se evidente.”
Cinema is my Life, 7/Set/2008
4.5/5Kill Bill Vol 1 (2003)
Kill Bill é um delírio barroco onde as referências a filmes, series e outras culturas estão exaustivamente presentes em cada frame, em cada imagem, em cada canção, vestuário ou na coreografia das lutas.(...) Não é uma fita perfeita, a sua violência por vezes torna-se gratuita, mas é um bilhete de ida e volta de bom cinema, que não deixará ninguém indiferente.”
Cinematograficamente falando, 29/Set/2007
4.0/5Kill Bill vol. 1
Há quem o acuse de ter demasiada violência, há quem o acuse de falta de argumento... Talvez seja verdade... Mas do que não se pode acusar, é de falta de originalidade, característica que é cada vez mais rara na sétima arte...”
Cineblog, 22/Fev/2004