(2003)

poster

a crítica

(...) sucessão de clichés - narrativos, temáticos, etc. - disposta de uma forma insuportavelmente pretensiosa e vazia (...) Para quem queira ver as maminhas da Meg Ryan.”
Maria do Carmo Piçarra, Premiere
O elenco é de luxo (...) Mas o resultado, esse, é desastrado (...) De facto, passando por cima das supostas cenas-choque, por baixo da ficha técnica de prestígio e para além da câmara arty de Jane Campion, o que resta é um banalíssimo thriller, sem qualquer particularidade que justifique a aposta dos artistas envolvidos.”
João Miguel Tavares, Diário de Notícias