(2003)

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a crítica

O grande, o maior problema do filme, é a sua competência sem chama, a sua destreza sem golpe de génio (...) Com diálogos bem escritos e finos como estes, O FASCÍNIO tinha obrigação de ser feito com outra ambição. Tinha a obrigação de ser melhor filme.”
Rui Pedro Tendinha, Premiere
No cômputo geral, um filme profissional, bastante bem contado, com ideias de cinema, mas que fica aquém das promessas iniciais. E, no entanto, não fica atrás de muita da produção que nos chega de fora, com mais meios e mais pretensões.”
Mário Jorge Torres, Público