(2002)

poster

a crítica

Nos melhores momentos, Carlos Reygadas consegue mergulhar fundo no íntimo da natureza ou subir a alturas próximas do espiritual. Nos piores, soa a Tarkovski de trazer por casa, sabe a Kiarostami de plástico (...) JAPÓN consegue ser belíssimo e pretensioso, inquietante e embaraçoso, intrigante e inconsequente.”
Eurico de Barros, Diário de Notícias
Estranho, singular e perturbante filme (...) Reygadas mostra ainda ser alguém que sabe de cinema e com uma forma de exprimir por onde passam sinais de Tarkovski.”
Manuel Cintra Ferreira, Expresso