Treze - Inocência Perdida (2003)

Thirteen

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Sinopse

Tracy é uma boa rapariga. Dá-se bem com a mãe e é uma excelente estudante do 7º ano. No entanto, receia não ser suficientemente «cool» para ser amiga de Evie, a rapariga mais popular da escola. Consumida de tentação, Tracy segue Evie na via do sexo, drogas e aventura.



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2.5

Detalhes

Ano: 2003
Estreia nacional: 15 de Janeiro de 2004
Estreia mundial: 20 de Agosto de 2003

País: EUA, Reino Unido
Género: Drama

Realização:
Catherine Hardwicke

Intérpretes:
Holly Hunter, Evan Rachel Wood, Nikki Reed, Jeremy Sisto, Sarah Clarke

Links:
www.foxsearchlight.com/thirteen (site oficial)
www.apple.com/trailers/fox_searchlight/thirteen (trailers)
www.imdb.com/title/tt0328538

A crítica

(...) estamos perante um magnífico exercício de cinema, puro e duro, isto é, intransigentemente realista, que vive da frontalidade com que olha as suas personagens. E, mais do que isso: que o faz com... mais ››
João Lopes, Diário de Notícias
Esta é uma promissora estreia na realização (...) o argumento revela uma maturidade e uma força que não se encontram em filmes sobre a adolescência feitos por gente mais «experiente» (...) Uma... mais ››
Manuel Cintra Ferreira, Expresso

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4.0/5Thirteen (2003)
“Thirteen” desenha-se como um retrato nú e perturbador de infâncias perdidas e de erros que podem ser irremediáveis.”
Golden Ticket, 19/Ago/2009
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2.5/5Maria Inês Maria Inês 30 de Agosto de 2012 às 05:02

Concordo com Valverde, aquilo que podia ser um filme dramático torna-se melodramático, apesar de as intenções serem as melhores e grande parte do filme estar bem conseguida (especialmente no que toca à escolha do elenco e o seu modo de representar), não se deixa de notar algum exagero e parece haver mesmo uma dispersão, uma vontade de focalizar todas as perturbações e mais algumas numa só personagem. Talvez tivesse resultado melhor num formato mais delimitado. A protagonista é bem representada mas um poço de variações emocionais e problemas, enquanto que todas as personagens à sua volta parecem ser bastante mais interessantes e consistentes. Dou especial atenção à personagem da mãe, que ao contrário do que se esperaria de um filme deste género, não é drogada, nem bêbeda, nem é vítima de violência doméstica, é o ponto que parece sustentar toda a trama.

3.5/5Valverde Valverde 21 de Março de 2010 às 18:47

A razão do filme é de louvar, porém, torna-se tendencioso, os personagens não sabem fazer nada mais que destruír e depois o papel da Holly Hunter que poderia servir para puxar uma ideia de muro, parece mais uma especie de sabão que nada agarra. Parece que os putos ganham e afinal esses putos são uma pequena minoria (o que é mentira). Resumindo, retratar de forma tendenciosa, pelo exagero, torna mais dificil fazer acreditar que há uma geração assim a viver entre nós. Pois nenhum pai quer admitir que os seus filhos não têm alma e coração. E estes personagens não têm. Logo é dificil puxar moralismos dos incrédulos.

4.0/5Mafalda Sousa Mafalda Sousa 7 de Janeiro de 2009 às 16:53

Realista, chocante e intrigante. O final deixava bastante a desejar mesmo, mas gostei da cena final em que a personagem principal, interpretada por Evan Rachel Wood, está a rir-se e a divertir-se numa diversão de parque que rodava (penso eu, já não me lembro), em que mostra o quanto ela se sente livre, livre da pressão. Tenho pena de que a vida dos adolescentes tenha chegado a este ponto, ao ponto de se destinguirem DEMASIADO os supostamente melhores e existir a pressão que existe para cada um tentar ser um deles. Este filme traz muito isso a cima. Pelo que li, é um pequeno retrato da adolescência problemática de Nikki Reed, a estrela secundária, que interpreta a personagem que inflencia a de Evan RW.
Resumindo, gostei... é tão realista que me põe desiludida com a própria realidade.. Não é apenas um filme teen que nos ilude e que nos tenta mostrar que a vida é um mar de rosas, não. Tem uma mensagem muito mais poderosa do que possamos pensar ao olhar para a capa do filme.