Uma Casa na Bruma (2003)

poster

a crítica

Vadim Perelman é sempre mais interessante quando encena os tempos «mortos» da acção, com as personagens a pressentir os seus próprios fantasmas, do que quando se esforça por sobrecarregar as imagens com derivações mais ou menos «líricas»”
João Lopes, Diário de Notícias
É fácil reconhecer ao filme de Perelman alguns valores, alguma sensibilidade na gestão dos tempos da acção e dos perfis das personagens. Mas HOUSE OF SAND AND FOG também parece enfermo de alguns tiques dos chamados «independentes americanos», como sejam um maneirismo relativamente estéril e um redundante sublinhar da «interioridade» das personagens.”
Luís Miguel Oliveira, Público