(2004)

poster

a crítica

É mesmo um objecto de estranha e convulsiva beleza. Mais do que isso, Honoré desenha um mapa de afectos em turbilhão, sabendo integrar duas componentes radicais do universo de Bataille: a cumplicidade entre o Erotismo e a Morte; a existência do Mal como um factor incontornável da dimensão humana.”
João Lopes, Diário de Notícias
Como adaptação de Bataille, o filme cumpre, não estraga pelo menos. O drama é que aquilo que parecia transgressão pura há umas décadas atrás hoje resvalou para o sórdido”
António Cabrita, Expresso