(2004)

poster

a crítica

(...) todas as voltas e reviravoltas habituais no género. Mas não há muita imaginação nem muito talento, e parece haver, pelo contrário, um «défice de crença»: assim como Brosnan faz o seu número em piloto automático, nenhum dos outros intervenientes parece concentrado no filme.”
Luís Miguel Oliveira, Público
(...) muito pouco, sobretudo depois de termos visto Brosnan e Rene Russo no belíssimo O CASO THOMAS CROWN, de McTiernan, filme do mesmo género.”
Francisco Ferreira, Expresso