a crítica
A ideia é interessante, há bons actores, mas falta o principal: oportunidade, ritmo e o prazer perverso da comédia de matrimónio.”Mário Jorge Torres, Público
(...) em EROS TERAPIA o trabalho [de Dubroux] revela-se mais sinuoso, elegante e compenetrado”Manuel Cintra Ferreira, Expresso


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