(1996)

The Crucible

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Detalhes

Ano: 1996
Estreia nacional: 07 de Março de 1997
Estreia mundial: 27 de Novembro de 1996

País: EUA
Género: Drama

Realização:
Nicholas Hytner

Intérpretes:
Daniel Day-Lewis, Winona Ryder, Paul Scofield, Joan Allen, Bruce Davison, Frances Conroy

Links:
www.imdb.com/title/tt0115988

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4.5/5AS BRUXAS DE SALEM / THE CRUCIBLE
as bruxas de salém / the crucible é um filme com uma mensagem poderosíssima: a de que o medo do desconhecido e a superstição podem levar à histeria colectiva e precipitar acções irracionais e sem fundamento. na salem de 1692, isso saldou-se em dezenas de vítimas para o cadafalso.”
Bué de fitas, 21/Abr/2011
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5.0/5Valverde Valverde 5 de Julho de 2012 às 20:15

A condenação do individuo pode não ser hoje baseada em princípios bíblicos mas ainda se jura pela Bíblia em tribunal. As Bruxas de Salém evoca-nos um atentado à inteligência humana, um palco de insanidade e loucura que encontra cura num mal cego ainda maior, mascarado em nome de Deus. A personagem de Paul Scofield, homem dito razoável e confiante no bom senso é absolutamente traído pela marca que representa, uma marca que não considera sequer que os crimes que julga não têm como ser julgados com as ferramentas disponíveis. Ele diz "crimes de bruxaria são invisíveis, apenas as vítimas podem testemunhá-los." Como pode alguém julgar deliberadamente quando as provas se baseiam em acusações? Até que ponto é que a própria palavra das testemunhas pode ser credível? E mais intrigante, é que a cegueira leva a que nem sequer "o motivo" interesse em assuntos de demónios, tendo em conta que provavelmente o Diabo só quer matar aleatoriamente, para continuar a servir de bode expiatório a um lucro intocável. Daniel Day Lewis clama no final a verdadeira cura para aqueles tempos negros e talvez seja a moral com que os indivíduos deviam viver na sociedade, hoje. A que dignifica o bom nome e que nos deixa agir correctamente perante ele, pois é a única coisa que deixa-mos. É impossível ficar indiferente ao argumento de Arthur Miller e ao filme no seu global.

4.5/5Maria Inês Maria Inês 11 de Maio de 2012 às 18:55

Um filme excelente: mantém-se fiel ao texto de Arthur Miller, adicionando novas cenas que contribuem para um entendimento mais eficaz da história e das personagens. Qualquer pessoa que estude esta peça deve vê-lo porque o cinema permite um pormenor e um estudo da expressão e dos movimentos corporais que o teatro pode não permitir. O elenco está bem escolhido, a música interessante e apesar de ser um filme um pouco longo não é aborrecido de todo! Aconselho!