O Fardo do Amor (2004)

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a crítica

É estranho em todos os sentidos do termo: estranho de gravidade e estranho na sua complexa lucidez (...) Não há motivos para falar de revolução, mas esta amostra de cinema britânico tem poderes irredimíveis...”
Rui Pedro Tendinha, Premiere
(...) um daqueles objectos que vive de uma fortíssima hipótese narrativa e filosófica (...) Roger Michell vai gerindo a história (espantosa) que tem para contar num tom realista que dispensa qualquer simbolismo fácil.”
João Lopes, Diário de Notícias