(1968)

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3.0/5..::Cátia Cruz::.. ..::Cátia Cruz::.. 27 de Março de 2013 às 11:52

Um filme muito à frente do seu tempo.

Um olhar poético e meditativo sobre o engenho e ingenuidade da espécie humana.

Um clássico obrigatório, que faz parte da lista de Steven Jay Schneider, "1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer".

:)

4.0/5Diogo Pinheiro Diogo Pinheiro 4 de Novembro de 2012 às 04:02

Numa palavra: fascinante! Certamente quando o revir, irei descobrir novos pormenores e significados.

0.5/5jorgecouto jorgecouto 17 de Março de 2012 às 20:14

O pior filme que vi até hoje...

4.5/5Avó Lurdes Avó Lurdes 31 de Março de 2011 às 11:13

Este é um dos mais influentes e controversos filmes de ficção científica de todos os tempos.

Vejo-o como uma espécie de meditação sobre a ingenuidade da Humanidade.

*Comentário Nº 3 de uma velhota que pretende aproveitar a reforma vendo todos os filmes possíveis, guiando-me pela ordem que apresentam aqui no maravilhoso Cinema PT Gate!*

Márcio Márcio 4 de Abril de 2010 às 19:27

O "pai" da obra (Kubrick) diz que o filme não tem uma explicação, cada um tem a sua interpretação/explicação. E esse é o maior mérito do filme. Disse ainda que, contrariamente ao que muitos dizem, "Deus está no centro da obra". Então aqui vai MINHA interpretação: O monolito é o maior dos mistérios do filme, que é por sua vez, uma representação da história da humanidade. O monolito está sempre presente nos momentos em que os humanos mais precisam dele, de sua inspiração No início, inspirando com sua perfeição, a técnica necessária à sobrevivência ao homem primitivo, fazendo com que este utilize um pedaço de osso e daí evolua sua tecnologia de um "salto" para a espaçonave/espaço. Depois, na lua, o monolito é desenterrado pelo homem que lá chegou com sua evolução técnica (mas não espiritual). Então, o monolito envia por si só (após receber a luz solar) um sinal ao terceiro monolito, entre a órbita do longíquo planeta Júpiter e sua lua Io. Este então seria o próximo "passo" da evolução humana, a próxima meta/destino tecnológico do homem. Enquanto isso, o ser perfeito (HAL 9000) criado pelo imperfeito homem rebela-se e quase o destrói, pois esse ser perfeito TAMBÉM não aceita/compreende a morte (desligamento). No entanto, quando Dave encontra o terceiro monolito, quando "liga-se" (ou religa-se) à ele, então evolui espiritualmente, deixa de ser material, deixa de ter um corpo apenas, mas continua a existir, continua a ter/ser energia, num plano incompreensívelmente superior. A cena emblemática do final demonstra, na minha opinião, que a evolução física e mental (ética) do ser humano (representado por Dave) passa pela transformação deste em energia cósmica e daí então em reconstrução física (bebê) num processo infinito. (do pó vieste, ao pó voltarás). O monolito está no centro da obra, guiando o ser humano. O monolito é perfeito. Está em vários (todos) lugares e em vários (todos) momentos/tempos. Ele sabe e age (envia sinais), apesar de parecer passivo. O monolito é energia, ele é o maior dos mistérios. Enfim, o monolito é (ou melhor, representa) Deus. Assistir novamente ao filme substituindo a figura material, fria e aparentemente passiva do monolito por Deus, o pai, onipresente, onipotente e onisciente é algo absolutamente maravilhoso. Assisti a mais de dez vezes depois dessa "descoberta" e sempre descubro coisas novas, certamente evoluindo como ser humano. É de chorar !. Experimente ! abraços, e fiquem com o maior filme de todos os tempos, e é claro, sempre, com Deus. Márcio.

Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2005/05/os_filmes_da_mi_2.html#ixzz0k9Qeo3MU

mngolo mngolo 8 de Novembro de 2009 às 00:47

Um grande filme,concordo com o André é difícil perceber o filme num todo, tal a carga metafisica, mas é de facto um exercício formidável de um grande mestre do cinema, os efeitos são formidáveis e actuais mesmo para os dias de hoje.

4.5/5Valverde Valverde 13 de Março de 2009 às 15:00

O homem constroi as suas ferramentas, dependendo delas até ao dia em que elas se tornam mais fortes do que ele. Vendo-se sozinho, o homem deixa de conseguir viver. Com 2001, fica uma mensagem assustadoramente apocaliptica, que mascarada no rótulo de ficção cientifica, poderá ser uma futura realidade. Como tal, o reflexo de Kubrick merece aplausos e... estudos.

4.5/5André Filipe Moreira Santos André Filipe Moreira Santos 29 de Janeiro de 2009 às 18:51

Filme sobre a evolução humana!

O filme é um casamento perfeito entre música e imagem, é incrivel como em 1968 se cria um filme com estes efeitos, um filme que serviu de inspiração para tantos outros.
Ainda hoje é o dia em que não percebi por completo este filme, aquele final deixa uma pessoa com muitas dúvidas e interpretações.
Deixo aqui a minha interpretação:

***spoilers***

Considero que aquela pedra representa o desconhecido, a evolução, pedra essa que é deixada na terra por uma vida super inteligente há milhões de anos... Quando o macaco o toca, evolui como ser...essa evolução depois é-nos mostrada milhões de anos depois, numa altura em que ser humano foi capaz de criar super computadores com sentimentos, o ser humano parte à conquista do espaço numa missão até Júpiter em busca de uma outra pedra que por lá flutua...David Bowman chegando lá, através da pedra, embarca numa viagem desconhecida que o leva para um lugar super misterioso, um quarto que penso ser da mesma vida inteligente que deixou a pedra na terra, nesse quarto David vai envelhecendo rapidamente (o tempo lá passa mais rápido?!), e estendendo a mão para a tal pedra que lá se encontra, morre e renasce como estrela (podemos interpretar isso na imagem final do filme). O renascimento como estrela é o último processo evolutivo do ser humano.

p.s: Se alguém tiver uma interpretação diferente, escreva pf para andre6664@sapo.pt

4.5*

5.0/5Bernardo Bernardo 3 de Maio de 2008 às 15:01

É a obra-prima de Kubrick, um dos filmes mais geniais que já foram feitos. Nunca a arte cinematográfica foi tão bem usada para contar uma história como em 2001.

5.0/5Mousinho Mousinho 15 de Setembro de 2007 às 15:19

Um clássico. O Melhor filme de Kubric.
Um dos melhores filmes que já vi, tanto pelas imagens, como pela banda sonora, como pela história.

elcost
elcost 30 de Novembro de 2005

A genialidade arrepia. Nunca vi nada assim.OBRIGATORIO

miguedro
miguedro 3 de Maio de 2002

um marco