(2004)

poster

a crítica

A singularidade de NINGUÉM SABE nasce da sua resistência à denúncia social (...) Ao recusar um ponto de vista moral, corre também o risco de transformar-se numa simples soma de factos rodeados pelo vazio que o próprio filme constrói.”
Francisco Ferreira, Expresso
com NINGUÉM SABE o espectador é levado a habitar uma experiência interior intensa de sensações múltiplas, onde a angústia e as cintilações da euforia dão o retrato completo da experiência de sobrevivência.”
Vasco Cãmara, Público