a crítica
Não é severidade dizer que SETE ESPADAS não acrescenta grande coisa ao «eastern» (...) Onde se filme se agiganta é no sopro genérico, numa certa sensitividade dos grandes espaços, no embate entre massas, nas cenas de conjunto, nos inuendos lascivos, na violência desenhada, no gosto pela manipulação cromática”
Jorge Leitão Ramos,
Expresso
(...) obra claramente menor, «wuxia» de prestÃgio e produção luxuosa com um elenco de vedetas locais que sucumbe a uma ambição talvez excessiva e onde só a espaços se reencontra a energia dos melhores momentos de Tsui Hark.”
Jorge Mourinha,
Público