(2005)

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a crítica

MÁQUINA ZERO vale-se dos actores principais que estão quase sempre ao melhor nível, mesmo quando a acção é a inacção. Sem o talento deles, seria fácil cair na xaropada.”
Vítor Moura, Premiere
(...) a esta vacuidade corresponde um tempo cinematográfico que pretende incutir no espectador um igual sentido de sensaboria, acabando o filme por arrastar-se ao sabor de episódios repetitivos destituídos de qualquer função narrativa. Enquanto ensaio sobre a inoportunidade da guerra, MÁQUINA ZERO parece prescindir da acção; enquanto panfleto, anti-guerra incorre no erro grosseiro de não passar dos estereótipos mais óbvios.”
Mário Jorge Torres, Público