(2005)

poster

a crítica

O facto é que o cineasta se concentrou em descrever a luta e triunfo de Sayuri, usando uma bitola claramente norte-americana, através da cronologia de um amor adiado e despoletado por um final sem emoção.”
Maria do Carmo Piçarra, Premiere
(...) nem todos os filmes precisam de ser filmes de autor, nem todo o cinema tem de ser mais do que uma história contada de maneira escorreita (...) Mas é irritante ver três excelentes actrizes desperdiçar o seu talento nesta telenovela de luxo requintadamente filmada”
Jorge Mourinha, Público