a crítica
RAY é a história de um músico; WALK THE LINE é a história do amor entre dois músicos - e isso faz toda a diferença. Por isso, e pelo cuidado colocado por Mangold na reconstituição dos loucos anos 50, e pelas notáveis interpretações, WALK THE LINE é muitÃssimo melhor que RAY.”
João Miguel Tavares,
Premiere
WALK THE LINE nunca consegue oferecer-nos mais do que uma pálida caricatura do seu objecto de estudo: o seu «man in black» é um fantoche, um «teddy-boy» «seminonchalant» semigingão”
Vasco Baptista Marques,
Expresso