(2006)

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a crítica

Mais uma adaptação de um videojogo, desta vez o famoso «Slient Hill», um shoot ‘em up que bateu recordes de vendas um pouco por todo o mundo.
A premissa é simples: Sharon e a sua filha adoptiva, Rose, partem em busca de uma cidade chamada Silent Hill, que durante os seus ataques de sonambulismo, Rose costuma sonhar. Uma vez na cidade, Rose irá deparar-se com um mundo no qual os seus habitantes escondem verdades assustadoras. «Silent Hill» consegue ser até sensivelmente meio um filme eficaz e sufocante, numa perfeita dinâmica entre três mundos distintos e uma filme de terror psicológico de belo efeito. Contudo, a partir de certo momento o filme descamba para a perfeita idiotice de soluções previsíveis, que mais ou menos fiéis ao jogo, não lhe fazem jus e muito menos podem ser qualificadas de interessantes. Fica no entanto uma primeira parte muito bem conseguida e um bom ensaio para o futuro de Dave Meyers.”
Paulo Figueiredo, Cinema PTGate
Apenas mais uma vulgaríssima e atabalhoada adaptação de um videojogo ao cinema”
Marco Oliveira, Premiere