Apocalypto (2006)

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Pedro Penaguião Pedro Penaguião 16 de Maio de 2013 às 09:50


«?Apocalypto?, de Mel Gibson. Uma releitura da história?»

Existem elementos neste filme escrito por Mel Gibson e Farhad Safinia, que poderiam legitimar a afirmação de que também ele, na sequela de um conjunto de criações artísticas hispano-americanas do ?boom dos anos 60?s?, encontra-se associado a um conjunto de novas formas de discurso histórico, lideradas por um leque de autores do sul da América, e que Ainsa as tão-bem identificou em ?Reescribir el pasado ?, nomeadamente, de busca de uma identidade, de recuperar uma origem, de desmistificação da cultura indígena, etc.

O filme abre com uma citação do historiador e filósofo americano Will Durant (1885-1981) ? ?Uma grande civilização não se conquista de fora sem antes se ter destruído a si própria por dentro?. Este parece ser o propósito do filme, provar a tese de Durant e com isso, talvez, compreender melhor e justificar o presente da América do sul, o ser sul-americano, frustrando-se, com isso, à humilhação de um inglório reconhecimento de mérito pelo feito histórico da conquista, de quase todo um continente nove vezes maior e com o quíntuplo da população de Espanha, em pouco mais de vinte anos.

Os criadores desta obra cinematográfica poderiam efectivamente se enquadrarem naquele grupo de autores, não obstando para tal o facto de nenhum deles ser Hispano-americano, sul-americano ou carabeano, ou ter raízes com algumas dessas culturas.

À produção deste filme se precedeu um estudo rigoroso de fontes oficiais da história do império Maia, nomeadamente, do Livro Sagrado do Povo Quiché-Maia, designado por POPOL VUH, bem como das crónicas, relações e documentos oficiais do período pós-clássico, período antecedente à descoberta e conquista da América pelos espanhóis.

Entre essas obras é referida a ?Relación de las Cosas de Iucatán ?, do Frade Diego de Landa, manuscrito escrito por volta de 1556, cento e vinte e cincos anos após a queda da cidade imperial de Mayatán. Esta obra, escrita com o propósito de guiar os novos evangelizadores espanhóis pela América do Sul, é tida como um bom registo da cultura Maia pré-colombiana, com incidência em Iucatão. Descreve preciosamente, e com as características próprias de escrita das crónicas e relações da época (dirigidas a uma alteridade, neste caso aos evangelizadores São Franciscanos e conquistadores da América; pormenorização histórica tal como se estivessem vivenciado todos os momentos descritos, etc.), a forma como viviam naquele particular espaço geográfico os povos Maias no momento do encontro com os espanhóis, ou melhor dito, a forma como os ?espanhóis? fotografaram os hábitos e vivências dos resquícios existentes daquela civilização, naquele presente actual, longe do auge daqueles impérios, procurando sempre no decurso daquela relação de coisas uma justificação para a desertificação encontrada nas míticas e imponentes cidades imperiais, entre elas, as de Mayapán e da longínqua Chichen Itzá.

O fim da civilização Maia é vista no filme como o cumprimento de uma profecia proferida por uma pequena e enferma menina de Iucatão: ?A hora sagrada aproxima-se. Cuidado com o negrume do dia. Cuidado com o homem que traz o jaguar. Olhem aquele nascido da lama e da terra, pois aquele a quem ele os levar, destruirá o céu e apagará a terra. A todos vocês. E porá fim ao vosso mundo. O dia será como a noite e o homem jaguar os levará ao vosso fim? (Filme ?Apocalypto?, Mel Gibson).

Efectivamente, Landa conta «Que como la gente mexicana tuvo señales y profecías de la venida de os españoles y de la cesación de su mando y religión, también las tuvieron los de Yucatán algunos años antes que el adelantado Montejo los conquistase; y que en las sierras de Mani que es en la provincia de Tutu Xiu, un indio llamado Ah Cambal de oficio Chilar, que es el que tiene a su cargo dar las respuestas del demonio, les dijo públicamente que pronto serian señoreados por gente extranjera, y que les predicarían un Dios y la virtud de un palo que en su lengua llaman Vamonché, que quiere decir palo enhiesto de gran virtud contra los demonios.»

O jaguar, animal da mitologia Maia, era o deus do submundo, e comportava uma imensidão de significados e de crenças religiosas. O filme conta a história da captura e fuga da personagem principal, o índio com o nome homónimo a esse grande animal da cultura índia, Pata Jaguar, daquela civilização em queda, ausente de valores (maioritariamente ocidentais, é certo), onde se sacrificavam vidas humanas em nome de um todo-poderoso Kukulcan, alguém que tal como os espanhóis terá vindo de terras distantes da América (do poente).

A história da fuga e salvamento de Pata Jaguar e da sua família (que o aguardava escondida num Pozo profundo prestes a encher com as águas da chuva) é a concretização da profecia, levando consigo dois dos seus últimos percursores em direcção a uma praia, onde acabavam de atracar as primeiras embarcações espanholas em terras da Nova Espanha, prontos para conquistarem e aniquilarem todos os grandes impérios índios da América do sul (embora seja ?historicamente? aceite, que quando os espanhóis chegaram à América, já todos os grandes impérios indígenas tinham caído).

De facto, encontram-se em muitos textos da época referências a uma assumida culpabilização dos espanhóis, pela destruição e queda daqueles grandes impérios. Destruir os mitos e crenças indígenas era uma das preocupações dos conquistadores e colonizadores espanhóis. Nem sempre funcionava a regra do conquistador-disciplinador de que Hernando Cortés era percursor, daí a destruição a tão larga escala e a submissão dos grandes ?caciques? índios ao Rei de Espanha e à Igreja.

Algumas vozes chegavam mesmo a imputar aos espanhóis todos os males conhecidos em terras índias. O poeta do séc. XIX, Rúben Dário, por exemplo, faz em ?Colón? uma releitura da história dando uma imagem imaculada dos índios e da América antes da chegada dos espanhóis. A imagem utópica e mistificada do paraíso perdido, de inocência daquele povo indígena, serve aos propósitos daquele autor à época sobre a qual escreveu os seus poemas, escritos nos últimos anos do império colonial, época de saturação com o jugo e dominância espanhola.

Outros ofereciam uma perspectiva guerreira e bélica do povo indígena, suportada na maioria das crónicas e relações e tão-bem transposta para a ficção em ?Apocalypto?. Esta perspectiva, quanto a nós se enquadra melhor na ?verdade? daqueles textos, como serve melhor os interesses dos autores do filme, interessados em comprovar aquela teoria, de que os Maias caíram não por culpa dos espanhóis, com os seus duelos, guerras e febres, mas por culpa deles mesmos, se autodestruíram.

Em ?Apocalypto? os índios já padeciam de todos esses males. Os espanhóis nada trouxeram de novo e terão conquistado os índios porque estes se encontravam cansados do ciclo constante de intempéries, epidemias e guerras que vinham sofrendo e que Landa, minuciosamente descreve nesta sua ?Relación de las Cosas de Iucatán?. Até a reconquista de Iucatão pelo filho do Adelentado Francisco de Montejo, foi precedida de um conjunto de epidemias e intempéries que facilitou a reentrada dos espanhóis na província (Cap. XIV de ?Relación de las cosas de Iucatán).

Nas suas cartas de relação ao Rei D. Carlos V, Hernando Cortés considera que foi Deus que levou os espanhóis a descobrir estas terras indígenas de forma a evitar todo um conjunto de rituais e sacrifícios humanos. Relata imagens de corte de membros, extracção de órgãos, incluindo adultos e crianças, de corações ou entranhas, queimando-os de seguida e oferecendo o fumo aos seus ídolos.

Há testemunhos muito detalhados destas cerimónias sacrificais até à chegada dos europeus. Diego de Landa descreve as várias cerimónias que eram realizadas, especificamente as de sacrifício, em que arrancavam os corações. Estes sacrifícios tinham como finalidades, apaziguar os deuses, pedir melhores colheitas, pedir um bom ano, ou simplesmente oferecer sofrimento para apaziguar os deuses. Chegavam a derramar o próprio sangue para satisfazerem os deuses. Conta ainda Landa que «Algunas veces hacían este sacrificio en la piedra y grada alta del templo y entonces echaban el cuerpo ya muerto a rodar gradas abajo y tománbale abajo los oficiales y desollanbále el cuerpo entero, salvo los pies y las manos, y desnudo el sacerdote, en cueros vivos, se forraba com aquella piel y bailaban con él los demás, y esto era cosa de mucha solemnidad para ellos.»

Em ?Apocalypto?, tão densa e pormenorizada narrativa macabra é obviamente poupada aos espectadores do séc. XXI, nada se mencionando quanto ao canibalismo, ou outras práticas condenáveis de acordo com os valores ocidentais. Por outro lado, Landa apresenta o adultério como um dos crimes mais severamente punidos entre os índios.

Era um povo fortemente supersticioso. Os espanhóis sabiam disso e usavam-no como forma de obter poder. Por muitos cronistas e conquistadores da época é referido que os espanhóis eram vistos pelos índios como deuses. Córtes chegou mesmo a ordenar que escondessem os corpos dos seus mortos, em terras onde essa crença existia, para que os índios não descobrissem que também eles eram mortais. Em ?Apocalypto?, essa supersticiosidade do povo Maia é revelada à medida que a profecia se desenvolve no filme.

Dá-se, no filme, uma visão heróica dos índios bons, aqueles que vivem livres na selva, que respeitam e cumprem os valores ocidentais, entre eles o respeito pela vida, pela natureza, pelo bem comum. Os maus, a crueldade dos índios das grandes civilizações (em queda), revelam a impureza de uma dicotomia associada também ela a valores ?ocidentais?. Uma vivência sociopata associada aos grandes aglomerados, com uma vivência paradisíaca/Colombiana, indefesa, associada à vida entre as diferentes tribos, dão o mote para a justificação do início da queda de todo um império.

O filme tenta ser fiel à fotografia da época imperial Maia. Os edifícios de pedra, a imensidão da aldeia, a devastação da paisagem, as pedreiras, os troncos das árvores cortadas e queimadas de forma a aquecerem as pedras e poderem-nas pulverizar para fabricarem o cal que usavam na colocação das pedras dos templos; as epidemias, fruto de má nutrição e falta de condições higiénicas, etc.

Por vezes, os criadores do filme, utilizaram, por questões de enquadramento, artifícios que melhor veicularam a mensagem que quiseram transmitir. Em termos de arquitectura é assumido pelos seus produtores o uso das imponentes pirâmides existentes no período clássico, nomeadamente, as de Chicén Itzá (cidades, que à data já se encontravam desertas há mais de 500 anos), por estas serem mais altas que as pirâmides achatadas do período pós-clássico (existentes, p.e., em Iucatão ou em Copán), permitindo, desta forma, pôr em segundo plano as medonhas personagens actuantes nos sacrifícios (incluindo o rei), terrificando-as ainda mais.

Tudo isto é transposto para o filme ao nível do simbólico. Mel Gibson e Farad Safinia não pretenderam, quanto a nós, fazer uma reescrita da história, mas fizeram, ou tentaram fazer uma leitura não ocidental sobre a mesma. Mantiveram-se fiéis a um guião escrito que teve como fontes, escritos dos próprios Maias e as relações e crónicas dos descobridores, conquistadores e evangelizadores espanhóis. O simbólico existe na aceitação de ambas as visões e na sua transcendência para um nível superior, nomeadamente, para o ponto de vista do autor e leitor do séc. XXI, do ?El otro, el mismo?.

Eles não produziram nenhum ?barroco cinematográfico?, tudo no filme é sequenciado e tem uma lógica ordenada e conduz o espectador a um aspirado epílogo. Se algum anacronismo histórico pode ser apontado a esta narração histórica, por exemplo, resulta da contemporaneidade imputada entre a chegada dos espanhóis e o momento da queda daquela grande civilização, como atrás se referiu. Não há neste filme grandes ?subversões? da história às suas ?subversões? conhecidas, este conta uma bonita história de amor (a procura de um novo começo), num momento verosímil da história da América do sul.

3.0/5Diogo Pinheiro Diogo Pinheiro 14 de Setembro de 2011 às 03:32

Sem ser um mau filme, desiludiu-me. Esperava outra coisa e acima de tudo saber algo mais sobre os maias. No entanto, gostei mais a partir do momento em que o protagonista consegue escapar. É uma boa produção, mas não me convenceu.

4.0/5..::Cátia Cruz::.. ..::Cátia Cruz::.. 6 de Setembro de 2011 às 13:54

Sem dúvida, um grande filme! Uma experiência tão visual quanto visceral, que tem mais sumo nas suas entrelinhas do que, à primeira vista, transparece. Muito mais do que o sangue ou a violência, o que mais impressiona no filme é a crua e implacável natureza humana. Uma experiência avassaladora, intensa e, indubitavelmente, obrigatória. :)

4.5/5Vitinha Vitinha 4 de Novembro de 2010 às 23:13

Um grande filme que nos ensina alguns principios,nos ensina um pouqinho sobre a civilização Maia e que me deu imenso gozo assistir,violento?um pouco mas nao seria suposto num filme deste genero??Mel Gibson em grande mais uma vez,grande produçao,caracterização,cenários,muito bom tecnicamente e o argumento tambem é bastante bom,gostei bastante

4,5*

becas becas 5 de Janeiro de 2010 às 01:02

Se recorrermos a historia kuase todos os genios andavam de maos dadas com a loucura e eu posso nao ser um genio mas certamente sinto um grande fascinio pelo "horror",ya mel nao es so tu..eheh Desde o guarda roupa a banda sonora,passando pelo elenko o fime de fakto e espectacular! 4*

4.5/5Maaaaaaat Daaamooooon Maaaaaaat Daaamooooon 25 de Agosto de 2009 às 20:47

Concordo contigo Liliana, Mel Gibson deve ter uma pancada por violência macabra e sangue lol

Mas sim é um filme fantástico! Uma obra de arte mesmo!

5.0/5Liliana Liliana 17 de Agosto de 2009 às 21:13

Continuo a achar que Mel Gibson tem uma certa fixação macabra por sangue e uma profunda necessidade de impressionar (a mim, pelo menos por isso, não impressiona :) já vi tantas vísceras e sangue em todo o tipo de seres... acho que seria preciso um pouco mais que isto Mel! :) Mas o que seria de génio sem um pouco de excentricidade? :)

Este filme é uma OBRA de arte! Magnifico! Aqueles que o consideram superficial e demasiado violento não "captaram" a sua essência... É principalmente sobre resistência e luta pela sobrevivência! 5*

4.5/5daniel27 daniel27 31 de Maio de 2009 às 00:56

Este tinha de comentar... filme soberbo de cortar a repiração, tive de comprar o dvd para ficar com ele... excelente realização e boa banda sonora... do melhor que vi...

4.5/5Nando Nando 4 de Abril de 2009 às 17:42

Este filme para mim foi mesmo magnifico
aconselho plenamente a assistilo ..

5.0/5andre andre 12 de Outubro de 2008 às 06:05

JA agora tambem adorava ver o MEl Gibson contar alguma historia relacionada com os portugueses como a viagem á india que daria um excelente filme, mas parece que ele tem mais inclinação por linguas mortas e sociedades que ja não existem, logo duvido muito. Mas mais um filme assim e ganha facilmente o estatuto de melhor realizador (para mim claro).

5.0/5andre andre 12 de Outubro de 2008 às 06:01

COmo ja foi dito: uma verdadeira obra de arte. Nem vou falar na historia fantastica que abala e demonstra o nascimento de civilizações, mas so vou falar da produção do filme, que nos faz sentir como se tivessemos real lá, faz-nos sentir as cores os cheiros tudo, fico ansioso pelo proximo do MEl Gibson, e a pergunta é: em que lingua morta sera o proximo filme?? talvez em latim...
Ps: chamar este filme de superficial como certos criticos deveria dar cadeia.

5.0/5André Filipe Moreira Santos André Filipe Moreira Santos 3 de Setembro de 2008 às 19:31

do melhor k tenho visto ultimamente...5*
mel gibson continua assim

4.5/5Marta Ribeiro Marta Ribeiro 17 de Março de 2008 às 17:27

Fui ver o 10.000 ac, e relembrou-me este filme! E recordou-me como este filme foi excelente, uma óptima argumentação e estrondosa realização, do nosso mel gibson!
Uma fantástica história sobre uma tribo completamente selvagem, e que mesmo assim nos mostrou o que é coragem, empenho, dedicação, força e determinação!

megazo megazo 18 de Fevereiro de 2008 às 12:00

Uma verdadeira obra de arte.

wishmaster wishmaster 25 de Dezembro de 2007 às 11:49

grande surpresa.grande filme.Mais um filme acima da media de Mel Gibson,com um bom argumento,uma boa historia.
A parte negativa é o facto de o senhor Mel Gibson nao realizar 2 ou 3 filmes por ano...

4.0/5xatafakap xatafakap 19 de Novembro de 2007 às 16:09

Gibson já é o meu realizador favorito. Mais um filme de alto nível. Espero que nunca se perca e que continue a retratar os nossos antepassados com realismo, em vez de tentar prever como será o mundo no próximo século. Os descobrimentos portugueses é um tema que adorava que ele explorasse!

4.0/5Mission-Men Mission-Men 4 de Novembro de 2007 às 16:10

O melhor filme de Mel Gibson

Tania Pavão Tania Pavão 30 de Outubro de 2007 às 21:55

Para mim o mel é um dos melhores realizadores do cinema actual, pois ele consegue transmitir atraves da camara tudo o q o espectador espera ver e sentir. a paixão de cristo foi polemico, mas tudo o que é polemico é bom para o cinema, como o codigo da vincie outros, agora ele surge com apocalipto com actores estreantes e originarias da propria civilização que conta a historia do filme, ele mostrou-nos que os astecas estavam a dizimar com eles proprios atraves de sacreficios e rituais malucos, pois assim ficou facil a conquista dos espanhois a america do sul, contudo nuca antes eu vi uma historia igual porque mel gibson não tem receio de mostrar aquilo que verdadeiramente aconteceu nesta epoca, e ainda mais ele chega a comentar que ele não só nao exagerou nas cenas violentas como cortou certas cenas mais violentas que realmenete aconteceu.tudo isto para dizer que ninguem tem direito de critcar este filme e que antes de falar mal do filme pensa como foi possivel realizar este filme naquela dura selva com actores inesperientes com chuvas torrencias quase diarios, com um dialetico original do povo astecae tudo mais. parabens mel pelo este grandioso filme naturalmente este filme não é como o senhor dos aneis, ou matrix, ou harry potter, mas sim é melhor ainda e nao precisa de oscares e publividade para se valorizar. bom quem nao viu este filme ainda recomendo.

micaelramos micaelramos 29 de Setembro de 2007 às 18:20

é um filme de ação diferente...
Gostei ****

dragoonfire dragoonfire 24 de Setembro de 2007 às 18:36

Não gostei

5.0/5Bruno Bruno 10 de Setembro de 2007 às 16:21

Sem duvida um grande filme.
aventura, muita acção e muito suspense mas isso tudo começa so a meio do filme, pk ao principio o filme é um bocado seca.
Msm assim é um grande filme.
3.5*

4.5/5DiHenry DiHenry 25 de Agosto de 2007 às 19:25

Grande filme, um dos melhores do ano, sem duvida.

Positivo: (quase tudo) Excelente historia, optimas actuações dos actores e mais uma obra prima do mel gibson.

Negativo: Exagero com exposiçao de partes mt violentas.. o que obriga aos telespectadores mais senssiveis a virar a cara por breves momentos, so por isso o filme nao é cinco estrelas.

"por vezes os realizadores querem sensiblizar tanto os telespectadores que acabam por estragar bastante o filme"

como exemplo disso temos o filme: Turistas.

aconselho a ver ambos.

4,5 estrelas!

3.5/5Rolling-Murray Rolling-Murray 25 de Agosto de 2007 às 12:58

Ena, um filme do Mel Gibson que não tem ingleses ou judeus como maus da fita... Gostei.

4.5/5Nuno Silva Nuno Silva 19 de Agosto de 2007 às 17:18

Por tudo o que referi anteriormente é óbvio que gostei bastante do filme. Parabéns Mel. Continua que vais ficar hipermegamilionário!!

4.5/5Nuno Silva Nuno Silva 19 de Agosto de 2007 às 17:14

É realmente um filme violento, mas é precisamente a violência que o torna tão real e verosímil, pois o carácter sanguinário era parte integrante do modus vivendi das civilizações pré-colombianas.

Dri Dri 18 de Julho de 2007 às 23:49

Adorei o filme...de inicio pensei que seria sem interesse, mas fikei grudada e adorei...nem o facto da lingua me fex ter menos atenção.
ah, e trata-se do povo Maia...vejam o documentario que vem no dvd.

5.0/5Max Max 15 de Julho de 2007 às 00:49

Filme fantástico!
Achei excelente o final do filme, querendo demonstrar que antes da chegada dos conquistadores aquela terra já tinha donos e uma vida muito pacífica por um lado, muito intensa pelo outro! Não consegui desviar o olhar do ecrãn 1 segundo! Nem mesmo quando rolavam cabeças!

SoNNY SoNNY 1 de Julho de 2007 às 22:08

...........5*
Filme mesmo muito bom!! Concordo com Mar!! Quem diz que nao gostou do filme e porque nao percebeu a historia do filme!!
Realmente é um filme muito fixe, uma pessoa esta sempre presa ao ecra, filme cheio de surpresas.. Um cadito violento mas nada de especial... Foi um dos melhores filmes que eu vi ate hoje!! Muito fixe mesmo ...
Concordo com Juracy pois o filme nao representa a civilização maia mas sim o povo asteca!!!!!!!!!!!!
Gostei de tudo no filme, teve um grande fim...
Excelente filme
:)

5.0/5mar mar 28 de Junho de 2007 às 10:29

É exelente! kem diz que nao gostou é pk n percebeu a história do filme! acontece lol!
Eu adorei msm. Bastou que foi realizao pelo fabuloso Mel Gibson - 5*

Juracy
Juracy 30 de Abril de 2007

Eu gostei muito do filme. No entanto há muitas pessoas que não conseguiram identificar de qual civilização Mel Gibson retratou no filme.
Ao contrário de muitos, que insistem em afirmar que a civilização Maia é que está em pauta, devo discordar, baseando-me nos fatos ocorridos no desenrolar do filme.
É bem certo que tanto Maias como Astecas construíram pirâmides, faziam sacrifícios humanos e eram politeístas, mas como vimos no filme esta civilização era organizada, voltada à lavoura, artesanato, pintura, trabalhos na construção de obras públicas e deve-se observar principalmente o desenvolvimento da cidade, que somente o Astecas tinham, pois os Maias nunca chegaram a desenvolver um império unificado.
O aborígene, protagonista da trama, não pertencia à tal civilização era ele apenas um guerreiro dentre as inúmeras pequenas aldeias no meio da floresta.
O fim do filme esclarece qualquer dúvida, quando desembarcam espanhóis para num futuro breve dizimar os Astecas por causa de seu ouro e prata.
O povo pré colombiano dizimado por espanhóis foi o povo Asteca...os Maias foram dominados por um povo chamado Toltecas.
O filme não contou a história da civilização em si...mostrou a coragem do protagonista em enfrentar seus medos em prol de sua vida e de sua família!!!Um excelente filme!Bjim.

Pedro Almeida
Pedro Almeida 29 de Março de 2007

Muito violência gratuita

diogo pires
diogo pires 18 de Março de 2007

Não é muito bom

Jean Allen
Jean Allen 19 de Fevereiro de 2007

Um argumento razoável mas a concretização da história a deixar a desejar. Mel tentou mais uma vez fazer um filme épico, é um filme que tenta retractar uma época mas desenganem-se não é um épico. Simplesmente a história não é assim tão interessante e depois do encanto dos cenários e da linguagem estranha aos nossos ouvidos tudo é bastante simples e recorre a um tipo de história já muito vista, a do herói à força.

Nuno Ramos
Nuno Ramos 16 de Fevereiro de 2007

Bom filme,
Gostei imenso. É um filme diferente à Mel Gibson, mas é um bom filme. Tem algo muito básico, mas que em outros filmes não se verificar, estou a falar do simples facto de não sabermos o que vai acontecer a seguir ...
Vale a pena ir ver!

Rui Pereira
Rui Pereira 13 de Fevereiro de 2007

Um grande filme com fabuloso argumento.
Parabéns a Mel Gibson

just4fun
just4fun 11 de Fevereiro de 2007

Gostei muito do filme. O argumento parece-me muito bom e tem a capacidade de nos envolver na realidade daquela civilização.

Xavier Cunha
Xavier Cunha 1 de Fevereiro de 2007

Eu achei que o filme, apesar de ter uma boa caracterização e excelente guarda roupa, tem uma história banal da qual a violencia (que em alguns pontos atinge o sadismo) é a única arma emocional jogada no filme. Pode ser uma caracterização boa das sociedade da época, mas relativamente à sociedade em si não explica as razões nem origens de tais comportamentos. Não fundamenta nenhuma da violência. Simplesmente acho que o filme não me trás nada a não ser evidenciar algo que já se sabia: a civilização maia era extremamente violenta, mas o porquê e para quê???

Hugo Gomes
Hugo Gomes 1 de Fevereiro de 2007

Apesar de confirmar a paixão pelo macabro e viceras de Mel Gibson. Apocalypto é uma pequena obra-prima desta nova era do cinema.

Luis Andrade
Luis Andrade 24 de Janeiro de 2007

Os primeiros 30 mins sao uma seca total mas depois :) e sempre a bombar o que torna o filme de top .

5*

JoelAbramovitch
JoelAbramovitch 18 de Janeiro de 2007

É muito bom..........
O melhor de 2006!!!

Jonas
Jonas 17 de Janeiro de 2007

tas la gibson...tas la lool 4* uma obra prima de 2006

Jorge
Jorge 14 de Janeiro de 2007

Confesso que entrei na sala naquela de vou passar 2 horas e meia a dormir mas enganei-me redondamente o filme é fantástico a historia é envolvente e prende o espectador ao ecrã. Não é longo embora parece pala duração passa muito rápido a fotografia ta genial a caracterização fantástica os nativos estão fantásticos deviam mete-los em Hollywood em suma quando acabou só queria ver mais tem um final k da muito k pensar a nos (antepassados claro) k os acabamos por dominar e matar uma historia de amor coragem e vingança que resulta na perfeição as cenas de "gore" não são exageradas estão muito bem feitas e estão apropriadas a era em que se passa o filme.

Nota final: 4/5* ou 7.9/10*

Paulo Andre
Paulo Andre 5 de Janeiro de 2007

excelente. grande filme. mel gibson dá-nos uma imagem do que o homem/sociedade é capaz de fazer. e a maneira como o filme termina, da vontade de ver mais. grande filme, Grande Realizador.

Carlos Varandas
Carlos Varandas 5 de Janeiro de 2007

Parece que Gibson ganhou uma fixação por violência e sangue... mas aparte disso é um grande filme. Uma banda sonora muito boa, em termos de imagem e realização está fenomenal e até mesmo a equipa de actores faz um trabalho fantástico.
A ver.

José Correia
José Correia 23 de Setembro de 2006

Para quando este filme a estrear em Portugar?
É pena andarmos sempre atras do resto do mundo...
Abraços e Bons Filmes.