Inland Empire (2006)

poster

a crítica

O que acontece com o universo lynchiano, e mais do que nunca com INLAND EMPIRE, é que nos pede que o leiamos como se lê poesia, ou seja, abertos à sua linguagem potencialmente abstracta, ilógica, simbólica, emocional, intuitiva, etc. Daí que INLAND EMPIRE se torne bem mais gratificante quando visto como uma espécie de poema contínuo liberto das amarras narrativas mais convencionais.”
Nuno Carvalho, Notícias Sábado
INLAND EMPIRE vem agora provar que o cineasta norte-americano está hoje no auge criativo deste processo de intenções e em perfeito domínio da linguagem narrativa que criou. Ordenado por códigos e símbolos psíquicos, estamos aqui perante um objecto que oferece um dos cenários experimentais mais versáteis e estimulantes da cinematografia lynchiana recente.”
David Mariano, Premiere