Ghost Rider (2007)

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a crítica

Conceber o actor de filmes como «Morrer em Las Vegas», «Cidade dos Anjos» e «A Outra Face» a protagonizar as mediocridades que são este «Ghost Rider» e «The Wicker Man» leva-nos a crer que Nicholas Cage atravessa uma crise de meia idade. Sobretudo porque Cage já soube escolher filmes que tinham tudo para serem autênticos falhanços, como «National Treasure» e «8 MM», mas para surpresa de muitos tornaram-se em filmes bem sucedidos.
«Ghost Rider» é mais uma adaptação de bandas desenhadas da Marvel, cujo espólio parece infindável. Mas tal como a maior parte dessas adaptações, o resultado é simplesmente execrável. E é pena, porque para quem conhece a história do famoso motoqueiro fantasma a sua vertente religiosa e filosófica teria muito, mas mesmo muito por onde pegar. Ao invés ficamos com mais uma fita plástica cuja pertinência é totalmente nula.”
Paulo Figueiredo, Cinema PTGate
Se a descrição do argumento já parece um bocado palerma, a sua passagem para celulóide exponencia a palermice, num festival de diálogos inanes que transformam a coisa em pouco mais do que um chorrilho de efeitos especiais pregados numa história que mal se sustém em pé.”
João Miguel Tavares, Premiere