Bug (2006)

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a crítica

Tudo é fogo, incandescência, crença num cinema de autor, radical e iconoclasta. Por vezes perde-se num discurso histérico e inconsequente, mas acaba por triunfar pela atitude de total não conformismo. Um regresso a saudar.”
Mário Jorge Torres, Público
(...) o melhor Friedkin dos últimos 20 anos (...) um belíssimo filme sobre essa doença infecto-contagiosa de rápida disseminação a que por hábito chamamos amor.”
Vasco Baptista Marques, Expresso