(2007)

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a crítica

Este segundo episódio do Quarteto Fantástico, reunia um razoável conjunto de circunstâncias e seu favor, como a boa aceitação do público e crítica ao primeiro filme e da introdução de um personagem catalisador (para quem conhece minimamente a BD) de uma série de outros personagens intrigantemente fantásticos como Galactus (aqui horrivelmente representado) e os Imortais. Infelizmente o filme não consegue acompanhar esta promessa, caindo irremediavelmente numa série de clichés arrastando-o para a mediania em que tantas outras adaptações de BD esbarraram. A certa altura parece que o filme está preso num colete-de-forças, restringido pelas amarras do anoréctico argumento, e cuja lacuna é por assim dizer, a ambição. E é estranho, sobretudo para um filme de ficção, onde os efeitos especiais são o principal sustentáculo do mesmo.”
Paulo Figueiredo, Cinema PTGate
(...) carência de complexidade emocional e humana, sequências de acção previsíveis e académicas, falhas no retrato das relações de um grupo de super-heróis, além de puro exibicionismo digital. Os verdadeiros heróis são os efeitos especiais.”
David Mariano, Premiere