a crítica
Michael Moore tem a agressividade e a corrosão atenuadas e não perdeu a dose de demagogia que também o caracteriza. Mas as causa que abraça não se tornaram menos importantes.”
Jorge Leitão Ramos,
Expresso
Menos do que aquilo que diz e que incomoda muita gente, o que compromete as suas intenções é a forma como diz. Não só Moore recorre a um maniqueÃsmo simplista (tudo é mau de um lado, tudo é bom do outro) como utiliza uma abordagem que se fica pela mera superfÃcie das coisas, da sua faceta anedótica, usando contrapontos que pretendem suscitar o humor mas que acabam por revelar apenas a indigência estética do cinema de Michael Moore.”
Manuel Cintra Ferreira,
Expresso