(2007)

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a crítica

LICENÇA PARA CASAR não vai muito longe, nem quer ir. É uma fita de Verão, comédia despretensiosa, praticamente controlada por um Robin Williams deixado à solta - o que, sabe-se, não é exactamente a coisa mais sensata.”
Jorge Leitão Ramos, Expresso
Hedionda comédia (...) Robin Williams interpreta o dito [padre], e consegue o milagre de não ter ponta de piada durante o filme todo.”
Eurico de Barros, Diário de Notícias