Hitman - Agente 47 (2007)

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a crítica

Mais um filme adaptado de videojogos, «Hitman – Agente 47» conta a história de um assassino profissional educado desde tenra idade para servir os interesses de uma organização secreta com fundações no clero. Quando o Agente 47 se vê envolvido num plano em que a sua vida fica em risco, utilizará as suas exímias tácticas e perícia para se vingar dos seus próprios contratantes.
É certo que estes projectos de adaptações, quer de BD quer de videojogos, são feitos com vista o lucro que podem gerar, mas também já sabemos que é possível realizar este género de filmes com relativo sucesso, não só de bilheteiras como ao nível mais artístico. «Hitman – Agente 47» caminha um pouco entre estes dois mundos. Por um lado, temos a interpretação de Timothy Olyphant, que não sendo perfeita, faz esquecer a contestação de muitos que preferiam ver Jason Statham neste papel e a quase febril fidelidade ao ambiente do próprio videojogo. Mas por outro, temos a terrível ineficácia de Xavier Gens numa realização muito pouco inspirada, que tresanda a cliché e um argumento fraco com péssimos personagens.”
Paulo Figueiredo, Cinema PTGate
(...) entre HITMAN, o jogo, e HITMAN, o filme, o que temos de novo? Um leque de actores mal dirigidos que se substitui aos espectros informáticos e um esboço de argumento que liga sequências de acção toscamente encenadas. Tudo o que sobra é o ambiente ultra-estilizado de um filme que não existe.”
Vasco Baptista Marques, Expresso