(2007)

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3.5/5Diogo Pinheiro Diogo Pinheiro 1 de Fevereiro de 2013 às 05:12

Sem dúvida um filme interessante ao nível do desenvolvimento dos personagens. Neste caso em particular da personagem de Daniel Day-Lewis que esteve fantástico.

5.0/5k3nd0 k3nd0 11 de Março de 2011 às 20:13

Grande Filme!

dEUS dEUS 31 de Dezembro de 2009 às 22:28

Sinceramente, depois de ver a capa do
DVD e ler a sinopse, devo ter criado expectativas demasiado elevadas e o filme não me cativou minimamente!

Não votei!

4.0/5Maaaaaaat Daaamooooon Maaaaaaat Daaamooooon 8 de Julho de 2009 às 10:15

Brilhantes intrepertações de Daniel Day-Lewis e de Paul Dano!
Um filme detalhado e descritivo mas tambem poderoso!

1.0/5Luís Fonseca Luís Fonseca 26 de Abril de 2009 às 04:21

estava tao bem a estudar... a minha maezinha bem me avisa...

2.5/5jonas jonas 21 de Março de 2009 às 13:16

pode ser uma grande obra para muitos mas para mim apenas a interpretação de day lewis é que é obra..o filme nao me cativou minimamente..2.5*

3.0/5diogo diogo 30 de Janeiro de 2009 às 23:39

filme muito fraco! Longo, história sem muitos argumentos, muito monotono, repetitivo e com um final de fazer pensar "afinal o que se passou nestas 3 horas de filme?!". Sim o filme tem 3 horas muito penosas!

5.0/5iamthestory iamthestory 4 de Janeiro de 2009 às 17:05

É simplesmente poderoso!! As interpretações são excelentes. Daniel Day Lewis é um dos meus actores favoritos e Paul Dano é aqui completamente brilhante, sem erro! É cruel, forte...

dragoonfire dragoonfire 15 de Novembro de 2008 às 23:23

Filme fraco e muito grande

danizituh danizituh 5 de Setembro de 2008 às 17:24

achei o filme grande. comecei por gostar muito mas com o passar do tempo começou a perder a piada. faltou ali qualker coisa no filme, parece que é uma historia contada por um fio, em que nao há rivalidades nem nada de parecido. no entanto a actuaçao do Daniel está demais,merecendo o oscar.

4.0/5thom thom 15 de Julho de 2008 às 21:57

O trabalho menos interessante da carreira de PTANDERSON. Espero que seja uma excepção, e que ele não se deixe entusiasmar pelas premiações.
espero novidades...

3.5/5Bruno César Bruno César 7 de Julho de 2008 às 23:35

Um filme que alterna entre o fantástico e o chato e arrastado. Foi a grande sensação dos Óscares mas para mim apenas pela representação de Day-Lewis. É certo que em vários momentos Anderson acerta e o ecrã torna-se numa tela arrebatadora. Mas o filme é demasiado longo, demasiado arrastado e perde-se na sua tentativa de brilhantismo. No entanto é, sem dúvida, para ver.

5.0/5Rolling-Murray Rolling-Murray 13 de Maio de 2008 às 00:28

Um filme colossal, com interpretações espantosas, não apenas a de Day-Lewis como também a do promissor Paul Dano, que já tinha dado que falar em Little Miss Sunshine. Tal como em Citizen Kane, enfatiza a ascenção vertiginosa de um homem cego de ambição, que alcançando tudo aquilo que pensava almejar, se esquece de garantir igualmente as coisas que realmente importam.

unknown unknown 19 de Abril de 2008 às 19:54

Para quê tanto enredo em volta deste mísero filme? Não costumo cingir-me a críticas gerais e mais uma vez não o fiz; Tanta satisfação a proclamarem que se pensa ser um dos melhores filmes do século e frases do género. Resultado? São apenas minutos e minutos agarrados a uma interpretação (Day-Lewis) e ao conflito entre duas crenças ou objectivos. Mísero.

4.0/5tujoinacio tujoinacio 18 de Abril de 2008 às 22:49

Para mim o filme é fraco senão tivesse Daniel Day-Lewis como protagonista. Que papel! Este filme vale só por ele, bem entregue o óscar este ano.Boa critica, Loupenko.

3.5/5pedro_msz pedro_msz 12 de Abril de 2008 às 22:57

Se Jack Nicholson não conseguiu um óscar com Shining, como pôde Lewis receber um óscar com este filme? Acho que foi sobrevalorizado, no entanto, não é um mau filme.

ZooMorphic ZooMorphic 9 de Abril de 2008 às 22:04

Se tivesse menos uma hora...mais história...mais Lewis's...era capaz de ser um grande filme...

Assim é apenas bom. 3*

3.0/5Loupenko Loupenko 25 de Março de 2008 às 06:31

Tanto elogio da crítica e tanta adoração a Lewis e, vai se a ver, Haverá Sangue é um filme banalissimo, argumento da carochinha, actores de segunda, exepto Lewis, e uma realização extensa demais, chata, e muito mal aproveitada, um filme de 2 horas e 40 que podia ter menos uma hora, devido ao puxar até não poder mais da história inicial, e Lewis, desculpem lá a heresia, quanto a mim, não merecia o óscar, uma repetição sem valor nenhum acrescentado à já sua personagem de Gangues de Nova York, quanto ao realizador, espera-se mais de quem fez Magnólia, e não adianta apenas levantar a questão das guerras de poder e enveredar pelo caminho mais pequeno, banal, banalíssimo, com um interesse mínimo, 3*...

1.5/5lfda lfda 19 de Março de 2008 às 00:06

Que raio se passa com o cinema!? E depois dizem que cada vez se vai menos ao cinema...

3.0/5Rui Afonso Rui Afonso 18 de Março de 2008 às 14:13

O filme é longo e vale exclusivamente pela excelente interpretação de Daniel Day Lewis... de resto o enredo não nos leva a lugar algum, apenas mais uma história como muitas outras..."muita parra e pouca uva"

1.0/5Schorpio Schorpio 3 de Março de 2008 às 23:15

Zero, é assim que classifico este filme, confuso e com um argumento banalissimo, demasiado extenso e de dar mt mas mt sono.
Os meus 20 pontos vao sem duvida para a interpretaçao do actor principal, excelente, e merecido foi o premio da academia.

4.5/5Valverde Valverde 28 de Fevereiro de 2008 às 10:14

Como filme de autor, nada é, este está longe de ser o genero de P.T. Anderson, embora a realização seja muito boa. Como filme de actor, está totalmente ganho, pois todo o argumento, banal por vezes, é guiado e centrado pela poderosa e merecidamente galardoada, actuação de Daniel Day-Lewis.

4.5/5JB JB 27 de Fevereiro de 2008 às 14:15

Mt bom! D.Day-Lewis a mostrar, mais uma vez,a sua perfeição na interpretação das suas personagens.

3.5/5Marco Almeida Paulo Marco Almeida Paulo 10 de Fevereiro de 2008 às 01:52

Um dos filmes com mais nomeações para Oscar é capaz de ser aquele mais complicado de se chegar a uma conclusão relativamente aos seus conteúdos. É certo que poderá causar opiniões bem díspares como se adorar ou odiar.

Destinado a mostrar a ascensão de magnata de várias petrolíferas, o filme atinge o seu objectivo na perfeição. A subida a um lugar cimeiro na indústria, o sustento que o mesmo arrecadava, a procura por cada vez mais riqueza, a mudança da mentalidade que o leva a alterar a sua postura perante a vida e a tornar-se em alguém diferente do que, originariamente, se esperava. Tudo visto à lupa e seguido passo-a-passo. Contudo, não só nos é mostrado a vida deste homem como também a vida de todo um conjunto de pessoas, que trabalham nestas empresas que extraem o petróleo de íngremes locais, além de ainda seguirmos a vida de uma comunidade que se depara com um crescimento notável mas que é “obrigada” a levar com o outro lado da moeda que lhes trouxe tanta prosperidade.

Um jogo apertado de oferta e procura reina todo um comércio que em inícios do século 19 começava a ter os seus frutos. Mas não é só de história que o filme é composto. Para quem já esteja familiarizado com este tema, a história, é bem capaz de ser o que menos vá interessar para esse espectador em questão, pois pode acabar por se tornar em algo demasiado maçador para assistir durante quase 3 horas de filme. É nas representações dos actores, na realização, nas situações criadas para a personagem principal e para todos aqueles que o rodeiam que o espectador vai retirar a maior parte do conteúdo que levou este filme a ser nomeado para 8 Oscars.

Daniel Day-Lewis teve no papel de Daniel Plainview um excelente trabalho para ser um dos fortes candidatos a ser galardoado para melhor actor em papel principal. O actor cria dos melhores momentos que nos são oferecidos em todo o filme. Desde o primeiro até ao último segundo, não há um momento em que nos cansemos de olhar para o ecrã sempre que Day-Lewis aparece. Paul Dano também teria aqui uma grande oportunidade para se destacar e em certos momentos esteve exímio, mas em contrapartida houveram outros que talvez não estivessem tão bons, além de até ser um actor muito coerente no seu trabalho. Uma boa surpresa foi a aparição do pequeno Dillon Freasier que interpreta o papel de filho bastardo de Plainview. Sendo este o seu primeiro trabalho, este jovem actor mostrou-se à altura dos maiores.

A realização acompanhou lindamente os actores. Planos largos de vastos campos à espera de serem explorados, a sujidade que abundava o ecrã, o perigo que se sentia em cada extracção, captadas com grande rigor e sempre de forma agradável e cativante. Não aposto em Paul Thomas Anderson para receber a estatueta para o seu trabalho, nem como realizador nem como argumentista, mas ambas as nomeações são mais que justas. Não nego nem repudio a atribuição do prémio a este realizador, simplesmente não é depositada grande esperança em tal resultado. Talvez ganhe em outros bons aspectos como no Som que captou na perfeição a essência de todo o filme.

Tentando ser um pouco mais objectivo sobre a qualidade geral de Haverá Sangue, confirmo que é um óptimo filme, longo, repleto de bons conteúdos e que aconselho a todos, porém, a vontade de voltar a revê-lo é pouca. Deverá ser um daqueles filmes que deve ser visto mas não revisto tão depressa como seria de esperar.<br><br>

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