(2007)

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a crítica

Juntar estrelas nem sempre resulta em mais luz. É uma conclusão possível para este drama de Rob Reiner, já que apesar da inquestionável qualidade de Morgan Freeman e Jack Nicholson, é um daqueles filmes para ver e rapidamente esquecer. O ponto de partida até é interessante, com a premissa de «carpe diem» a fazer prever uma série de aventuras e peripécias. O problema é que rapidamente a «bucket list» não é mais do que uma desculpa para se ter variadíssimos exóticos panos de fundo para monólogos inconsequentes e extenuantemente moralistas.”
Paulo Figueiredo, Cinema PTGate
(...) mostra-nos que é possível trabalhar a agonia como um lugar de liberdade e de dignidade, com um sorriso, sim, mas sem nunca tomar por parvos nem os personagens nem os espectadores.”
Jorge Leitão Ramos, Expresso