The Lovebirds (2007)

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Sinopse

Em Lisboa, no decorrer de uma noite, seis histórias desenrolam-se em simultâneo. Um americano, no metro, cruza o seu olhar com uma rapariga e não resiste a persegui-la pelos becos de Alfama, na lembrança de um outro amor, a sua mulher, já falecida. Dois malandrins, sem eira nem beira, dedicam-se a pequenos roubos e não sabem se querem ser amigos ou separar-se. Um realizador de cinema faz um filme sobre boxe, sabendo que aquele será o seu último combate. Um arqueólogo que um dia chegou a Lisboa e que por cá continua, muitos anos depois, sem mesmo à noite abandonar a sua escavação e o seu amigo que tenta pela última vez trazê-lo à vida. Um taxista emigrante apaixonado por uma prostituta, que assassina, para logo a seguir ajudar uma jovem a dar à luz. Um piloto de aviões que, fora do matrimónio, acaba por se meter em situações embaraçosas...



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Detalhes

Ano: 2007
Estreia nacional: 13 de Março de 2008

País: EUA, Portugal
Género: Drama
Duração: 83 min.
Classificação: M/16
Distribuidora: Midas Filmes

Realização:
Bruno de Almeida

Intérpretes:
Michael Imperioli, John Ventimiglia, Joaquim de Almeida, Rogério Samora, Ana Padrão

Links:
www.arcofilms.com/lovebirds (site oficial)
www.arcofilms.com/lovebirds/lovebirds_medium.mov (trailers)
www.imdb.com/title/tt1010020

A crítica

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Um exercício elegante e profundo, servido por um grupo de excelentes actores.”
João Antunes, Jornal de Notícias
THE LOVEBIRDS aparece como um meteoro muito brilhante a riscar o céu da cidade e a agarrar-nos pela sua energia fílmica e pelo calor dos seus sentimentos.”
Jorge Leitão Ramos, Expresso

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3.5/5The Lovebirds (2008)
(...) o filme de Marco Almeida serve como uma visão ampliada de um simbiose cultural entre actores americanos e portugueses numa Lisboa vista de um diferente ângulo, onde a beleza escondida da antiga cidade Portugal parece debuxar entre as ruas sujas, mas ao mesmo tempo belas e imperfeitas.”
Cinematograficamente falando, 28/Set/2008
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1.5/5Diogo Pinheiro Diogo Pinheiro 13 de Julho de 2012 às 04:32

Não gostei nada deste filme e assumo sem rodeios que será claramente um dos piores que já vi na minha vida. Só encontrei dois pontos positivos. O primeiro mostrar as ruas de Lisboa como elas são, transmitindo familiaridade. Depois a interpretação envolvente do Fernando Lopes. Pena não aparecer mais. De resto parece-me tudo um emaranhado de histórias sem sentido e descabidas até em certos pontos. Fiquei com a ideia que se tentou demonstrar mil e uma coisas para no fim ter uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.

5.0/5João Manuel Vicente João Manuel Vicente 21 de Março de 2008 às 03:37

Vi o filme hoje mesmo e quero que o Bruno saiba que amei o filme.
Saber que foi ele o realizador, o montador e o operador de câmara leva-me a agradecer-lhe a si de modo muito particular o prazer de fruir do objecto artístico que produziu.
Antes de mais, o som do filme. Que não existe salvo no que respeita às palavras das pessoas que lá estão. Para mim, não há lá som nenhum a mais, ficando esculpida de forma finalmente nítida no cinema português as palavras que os actores estão a dizer..
Ainda no som, a ausência de sons redundantes permite que a poesia musicada pela voz do Camané surja ainda mais apaixonante..
Os actores. O Fernando Lopes, magnética a sua representação, sedutora a sua voz, a cadência, a sua cara.. e a aura que irradia...magnífica ainda a interacção com o Rogério Samora que nitidamente deixou misturar - e bem e felizmente - a sua fascinação pessoal pelo Fernando na cena em que este tenta acender a cigarrilha...
Lindíssimas as ruas autênticas, "não limpas", "não limpadas" e tão usadas e vividas de alfama, da baixa, de algumas "catacumbas" da cidade..
Particularmente bela a existencial e crua luz da manhã na lisboa antiga e o recorte de luz nos rostos e corpos do casal, na tal última cena...Que tempo parado ali, que tempo para sempre eterno ali! Lindo, perturbador, poético, triste e feliz e trágico!
Isto o que eu senti. Mais num plano de análise racional, pareceu-me exposta no filme a questão da "empatia", a vontade de alguém se idealizar no lugar do outro, de fazer a pergunta: como me sentiria se fosse eu que estivesse ali.
Ou seja, a faculdade (que é às vezes também uma generosidade) de ver pelo ponto de vista do outro, de dar ao outro a possibilidade de ver ao nosso lado o que, do nosso ponto de visionamento, podemos ver, sentir e ser..
Acabo como comecei: obrigado, amei este "The Lovebirds".