Anticristo (2009)

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3.5/5Diogo Silva Diogo Silva 20 de Março de 2011 às 21:12

O filme é, de facto, de uma inteligência enorme! A cinematografia é pura arte e as suas cenas psíquicas e descontroladas podem ser nojentas e repulsivas para uns, mas uma sensação de liberdade e prazer para outros. Confesso que não gostei do filme de imediato e, por isso, venho agora alterar a minha avaliação. Se gostei de Martyrs (outro filme genial mas controverso), porque não gostar de Antichrist? Claro que não o voltarei a ver, isso não...mas vale a pena!

1.0/5João Miguel João Miguel 28 de Julho de 2010 às 20:11

Bosta de filme.

4.0/5pedro_msz pedro_msz 17 de Abril de 2010 às 15:42

Do mais forte que já vi, mas Von Trier mantém-se fiel a si próprio e retrata a mulher como um verdadeiro intrumento do Mal. Não estou bem certo quanto ao significado do epílogo, mas temos aqui uma grande obra. Só o prólogo vale logo a pena.

4.0/5Luís Fonseca Luís Fonseca 21 de Março de 2010 às 00:50

História foi feita. No meio de tanta polémica, e porque era impossivel fugir dela, é um filme genial, odiado por tantos é para mim o ultimo grande filme feito.

5.0/5kimERA kimERA 20 de Fevereiro de 2010 às 19:18

Parece que Lars von Trier nos andou a preparar para este filme com todos os seus anteriores. É sem duvida o mais forte e cru de todos eles, muito bom, não o melhor.

5.0/5jonas jonas 17 de Fevereiro de 2010 às 20:35

para mim é o melhor filme do ano...continuo com a minha..faziam bem era dar a mão á palmatoria e admitirem que isto sim é cinema..cinema nao é considerada uma arte? este filme demonstra isso mesmo. Filmes como blind side nomeados a oscares em deterimento deste? por favor..

4.0/5André Filipe Moreira Santos André Filipe Moreira Santos 7 de Fevereiro de 2010 às 12:11

Lol, como é que um crítico de cinema (Francisco Ferreira) que é suposto perceber de cinema dá 0* a este filme?! Até se pode perceber que não tenha gostado do filme, mas a realização, interpretações e fotografia merecem um ZERO? Fica a questão...

4.5/5alex alex 6 de Fevereiro de 2010 às 15:00

Eu compreendo e respeito que algumas pessoas possam não ter gostado ou compreendido o filme, mas dizer que é uma nulidade,isso para mim é uma falta de respeito em relação a uma obra,muito bem realizada de forma magistral por um genio do cinema europeu.
Apesar de ser um filme dificil de digerir tenho que salientar que por isso mesmo tem todo mérito, pois de filmes politicamente correctos está Hollywood cheio.

1.0/5DiHenry DiHenry 2 de Fevereiro de 2010 às 16:57

Este filme é de uma nulidade completa, em termos de argumento zero e a imagem é sempre bastante escura o que influencia negativamente bastante a sua narrativa. Apenas é original num parâmetro, é um misto de porcaria com "nojo", apenas se salva a interpretação de Willem Dafoe, senao tonaria se num dos piores filmes de toda a história do cinema, por isso apenas posso dizer que é 0 na sua globalidade.
Como não existe a estrela 0 sou obrigado a aumentar a fasquia para 1, o que não merecia.

1 estrela.

3.0/5Jorge Ferreira | jomirife Jorge Ferreira | jomirife 28 de Janeiro de 2010 às 20:09

O filme até parece um drama normal, mas está fora de ser um “filme” normal, a essência da trama é relativo ao drama emocional de uma jovem que perdeu o filho, mas está um filme muito “chocante” e tem muitas cenas que irão certamente impressionar o espectador. O filme impressiona, os actores tiveram uma prestação muito boa, mas não gostei. Dou nota 3/5, porque realmente não sei que nota hei-de dar, não consigo perceber se está um filme muito bom ou se está um filme mau, a história é demasiado “estranho” e “chocante”. É sem dúvida um filme que não é adequado a todos os públicos, especialmente os mais jovens e pessoas sensíveis. Provavelmente está um filme genial, mas não gostei. Não irei aconselhar este filme a ninguém, porque tanto podem gostar muito e acharem o filme muito bom como podem detestar, será um filme bastante polémico. [por Jorge Ferreira | Jomirife]

3.0/5Paulo Gonçalves Paulo Gonçalves 28 de Janeiro de 2010 às 16:10

Prólogo e Epílogo de facto geniais, mas no seu meando o filme perde-se quanto à sua identidade, não sei bem onde o realizador quis chegar, se foi o simples facto de acertar um casamento falhado ou a demonstração de forças espirituais maléficas... Um pouco inconsequente, mas chocante, frio em cenas realmente demasiadamente reais e com uma banda sonora boa! Contudo um filme diferente e de qualidade média; Nota: 3*

4.0/5Luís Fonseca Luís Fonseca 27 de Janeiro de 2010 às 15:58

Nu e cru, mas genial. Mostra como um filme cortante (é para levar a letra) com cenas de violencia extrema pode ter todo o sentido. 4.5*

5.0/5Flávio Gonçalves Flávio Gonçalves 6 de Janeiro de 2010 às 16:56

obrigado, Alex, pela informação partilhada. Ainda não vi o filme mas estou quase certo que ficarei maravilhado.

4.5/5alex alex 6 de Janeiro de 2010 às 10:02

é engraçado ver alguns comentarios a classificar este filme de terror, então por essa ordem de ideias o império dos sentidos tambem é de terror.Eis aqui o que aconteceu logo após o filme ter sido exibido no festival de cannes.
Exibido pela primeira vez em maio, na mostra competitiva do Festival de Cannes, “Anticristo” chocou parte da imprensa especializada, que saiu antes de a sessão terminar ou vaiou o filme ao final da exibição. Na entrevista que concedeu aos jornalistas após a sessão, Von Trier foi alvo da fúria de alguns críticos, que não entenderam ou não gostaram do filme.
Baz Bamigboye, do site do jornal inglês “Daily Mail”, foi o primeiro a interrogar Von Trier. Agressivo, ele se levanta e questiona o cineasta: “O senhor pode, por favor, explicar e justificar por que fez esse filme? E, por favor, dê uma resposta com mais de uma palavra.”
Ofendido com a agressividade do jornalista, mas trêmulo, Von Trier responde: “Não tenho que me justificar”. Bamigboye o interrompe e grita: “Tem, sim!” Von Trier: “Tenho?” Bamigboye: “Tem, sim! Aqui é o Festival de Cannes, o senhor trouxe o seu filme aqui e o senhor tem que justificar por que o fez”.
Von Trier esboça uma reação e diz: “Não posso me justificar. Faço filmes... É uma pergunta muito estranha”. Alguém fala algo, difícil de ouvir, provocando o cineasta, que então sai da defensiva e assume a postura polêmica, pela qual é conhecido.
“Trabalho para mim mesmo. Não devo satisfação a ninguém. Não tive escolha (ao fazer o filme). Foi a mão de Deus, eu temo. E eu sou o maior diretor de cinema do mundo. Não sei se Deus é o melhor Deus do mundo”, completou. A cena da confusão que ocorreu em Cannes está disponível no site do festival e pode ser assistida em francês e em inglês.
Talvez ajude a entender “Anticristo” saber que ele foi realizado pelo diretor na tentativa de superar uma crise de depressão que enfrentava no período. “Não conseguia trabalhar. Seis meses depois, apenas como um exercício, escrevi um roteiro. Foi um tipo de terapia, mas também uma procura, um teste para ver se eu ainda faria algum filme”, contou.
Este trcho foi retirado de outro site com o intuito de dar mais algumas explicações que levaram Von Trier a fazer este filme.

becas becas 3 de Janeiro de 2010 às 20:45

Isto e arte,este magnifico realizador atinge neste filme o apogeu da sua liberdade criativa,infelizmente a academia ira certamente ser engolida pela conjectura de interesses k ja nos tem habituado,uma nota para os actores pela coragem e entrega. 4* grandes

4.0/5Vitinha Vitinha 30 de Dezembro de 2009 às 14:34

Ajudou e bastante André Filipe Moreira Santos,assim faz tudo mais sentido,ja tinha procurado explicaçoes na net
mas contradiziam se umas as outras e nao faziam sentido,assim faz muito mais sentido,obrigado

3.5/5Vanessa Vanessa 30 de Dezembro de 2009 às 14:23

Vi este filme sem saber muito da sua história e gostei bastante...
A verdade é que não compreend algumas coisas, mas depois da explicação do Andre Filipe Moreira dos Santos o filme ja começa a fazer sentido..
Recomendo...
3.5*

4.0/5André Filipe Moreira Santos André Filipe Moreira Santos 25 de Dezembro de 2009 às 15:14

***SPOILERS***

Encontrei este comentário na net que acho muito bom e pode tirar dúvidas a muita gente sobre a interpretação do filme:

"Acho este filme GENIAL! Prova totalmente o que Vont Trier é um Génio. Para mim, este filme vai muito além das cenas violentas. Inicialmente, a abordagem aos "três mendigos" - Luto, Dor, Desespero, é transfigurado para o VEADO (Luto), a RAPOSA (Dor) e o Corvo (Desespero). Os três mendigos vão sendo apresentados ao longo do filme, um a um.Primeiro vê-se o veado a parir um filho morto (LUTO),depois vê-se a Raposa (Dor) a comer o filho do veado (Luto) = Dor come o Luto, e por fim apresenta-se o Corvo, dentro da cova com o actor, no momento do desespero. E quando aparecem os três juntos, é quando "alguém tem de morrer"! O problema é que só o Actor é que via os Três Mendigos,o que nos diz que seria ela que ia morrer!
Para além disso, vemos um casal disfuncional por culpa de uma mulher disfuncional, que pôs o intercomunicador do bébe em SILENCIO, para nao ser acordada enquanto fazia SEXO! E na parte em que todos dizem ser desnecessária, o Corte do CLITORIS, sendo esse o climax do filme, antes de ela o cortar, vê-se um pensamento dela, que nos prova que ela viu o filho a subir à cadeira e ir em direcção da janela. ELA DEIXOU O FILHO MORRER, PREFERINDO UM ORGASMO, PREFERINDO O PRAZER. Por isso, por nao aguentar a dor, por ter preferido o prazer, corta o seu proprio clitoris, para nunca mais sentir prazer. O filme fala da inquisição, da turtura que foi feita às mulheres que nada tinham culpa.
O filme ainda fala de ADAO E EVA, de EDEN, do filho de satanás, sendo satanás a mulher e o anticristo o bebe que morre, que segundo a religiao, quando o filho de satanas, ANTICRISTO, vem a terra CRIA O CAOS!
Antes de comentarem o filme, vejam o seu todo!"

4.0/5André Filipe Moreira Santos André Filipe Moreira Santos 24 de Dezembro de 2009 às 12:54

***spoilers***

Vou tentar ajudar aqui o nosso amigo Vitinha, porque imagino a frustação que ele deve tar a sentir, (neste momento encontro-me com o mesmo sentimento em relação ao "Persona" do Bergman)...bem vamos ao que interessa, também não percebi muito bem o Epílogo, mas imagino que seja uma metáfora de libertação, o fim de todo o mal que existia na personagem feminina, tanto é, que só aparece depois da morte desta.
Em relação às atitudes dela, a mulher tinha grande "panca", uma grande perturbação, há coisas na natureza humana que não se conseguem explicar, mas nota-se que ela sentia prazer na dor que provocava nos outros, repara que a determinado momento do filme ela observa o filho a ir em direção à janela e não faz nada para evitar...a tragédia ia-lhe dar um grande prazer...e por isso mesmo ela sentia-se culpada pela morte do filho.
Espero ter ajudado, mesmo não tendo certezas de nada...

4.0/5Vitinha Vitinha 20 de Dezembro de 2009 às 21:15

sinto me um pouco frustrado,nao desiludido,porque o filme é bom,o trabalho dos actores é bom,a realizaçao de Lars Von Trier é muito boa,os sustos bem trabalhados,principalmente em relação a sons,quanto a isso estou satisfeito só nao percebi o prologo final e o porque dos comportamentos da personagem feminina do filme,porque que ela reagia assim ao sofrimento??nao percebi muito bem algumas partes o que me pode ter afectado na nota a atribuir a este filme,mas enfim...hei de visiona lo segunda vez e talvez perceba melhor

4*

4.5/5jorgecouto jorgecouto 24 de Novembro de 2009 às 23:40

Aos dois ultimos comentarios...desculpem lá o filme não ter um herói que mata os outros todos com um canivete suiço nem um zombie infectado que anda a matar as pessoas na rua com uma motoserra...epah, mas comparar ao lady in the water? Tão apresentados...

R0NIK R0NIK 22 de Novembro de 2009 às 02:54

Enfim, lá por um filme ser chocante e perturbador, não significa que seja bom.
Este filme é dos piores que eu já vi.
Ao nível de Lady in the water... (lol)

2.0/5Junior Junior 21 de Novembro de 2009 às 21:26

Terror?lol
Ja nao via um filme tao mau ha muito.

4.5/5Maaaaaaat Daaamooooon Maaaaaaat Daaamooooon 20 de Novembro de 2009 às 18:18

Chocante, cativante, poderoso, nu, cru e sem problemas nenhuns em mostrar a natureza humana em si.

Lars não mostra receios de nada. Um filme que caracterizo como "arte" e com umas belas perfomances de Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg.

4.5*

5.0/5jonas jonas 1 de Novembro de 2009 às 03:54

Soberbo, Brilhante, Perturbador, Chocante, Delicioso, Intrigante, Fantastico..ha inumeros adjectivos que poderiam caracterizar este filme mas um nome basta para defenir o filme e a sua qualidade extrema..Lars Von Trier. Um grande filme deste senhor e que para mim vale um bilhete para os oscares..tanto como de melhor realização como de melhor fotografia, banda sonora, argumento e a nivel de interpretações. Uma nota especial para as interpretações onde Charlotte Gainsbourg esta fabulosa, acompanhada por um Willem Dafoe tambem em grande forma. Enfim vejam..porque isto sim é cinema. Obra prima 5*

patricia patricia 26 de Outubro de 2009 às 10:24

O filme é ótimo... O estudo psicológico que o diretor faz da situação é puramente baseado na natureza humana, na qual qualquer um de nos é capaz de cometer atos impensáveis para sentirmos prazer, e outros piores ainda para deixarmos de sentir dor e culpa... E uma obra de arte, feita para poucos e apreciada também por poucos... o prólogo é soberbo... Aconselho

4.0/5André Filipe Moreira Santos André Filipe Moreira Santos 18 de Outubro de 2009 às 11:08

Um filme diferente, depressivo, com um ambiente negro.
Terror? Sim, terror psicológico.
A realização é do melhor, só o prólogo merece uma ida ao cinema em 2010...
Diria que é um filme sobre a natureza humana e o mal que provém dela...
A ver...
4*

4.5/5Sofia Sofia 9 de Outubro de 2009 às 12:33

Ja tinha saudades de ver um filme assim. nu e cru,
soberbo e brilhante mas admito que nao é um filme para qualquer pessoa.

Saudações Cinematograficas

5.0/5Tiago Ramos Tiago Ramos 4 de Outubro de 2009 às 15:07

Tão pérfido e doentio, mas ao mesmo tempo tão lírico e tão bonito.

4.5/5jorgecouto jorgecouto 28 de Setembro de 2009 às 11:22

Aquele prologo é uma verdadeira obra prima...5 minutos de magia!

4.0/5Valverde Valverde 21 de Setembro de 2009 às 12:06

Preparem-se os mais sensiveis, pois esta obra é do mais chocante e perturbador que apareceu por aí nos ultimos tempos. Anticristo, de Lars von Trier, é um pedaço de arte mórbida e inteligente. Leva aos arrepios e sente-se uma força diabólica em cada minuto de visionamento.

4.5/5jorgecouto jorgecouto 20 de Setembro de 2009 às 07:25

Terror? Drama aceita-se, de terror não tem nada...uma grande carga psicologica sim, mais umas cenas para chocar os mais sensiveis...e sexo, logo no primeiro minuto, e bem explicito! É mais um exercicio psicologico profundo, como que se estivessmos na cabeça "louca" do(a)s personagens...faltou-lhe mais qualquer coisa...