(2009)

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a crítica

(...) uma aziaga mistura entre a mitologia vampírica e a comédia brejeira. Mistura difícil, acrescente-se, já que o filme corre o risco de falhar nos dois géneros que aborda, e fá-lo por inteiro: nem faz sorrir, nem mete medo.”
Francisco Ferreira, Expresso
(...) uma pangaiada cúmplice, um «guilty pleasure» descarado, que dá para soltar umas quantas boas gargalhadas, tanto mais que Claydon não tem pretensões absolutamente nenhumas”
Eurico de Barros, Diário de Notícias