Thirst - Este é o Meu Sangue... (2009)

Bakjwi

poster

Sinopse

Um procedimento médico aparentemente normal vai transformar um padre num vampiro. A luta interior entre o vampiro e o homem da fé vai levá-lo a fazer coisas que julgava impossíveis.



Visitantes
Visitantes
3.4 (25 votos)
O meu voto
Login / Registo
Crítica
Crítica
2.5 (4 votos)

Detalhes

Ano: 2009
Estreia nacional: 15 de Abril de 2010
Estreia mundial: 30 de Abril de 2009

País: Coreia do Sul
Género: Terror
Duração: 133 min.
Classificação: M/16
Distribuidora: Ecofilmes/Vitória Filme

Realização:
Chan-wook Park

Intérpretes:
Kang-ho Song, Ok-vin Kim, Hae-sook Kim

Outros títulos:
Thirst

Links:
www.filminfocus.com/focusfeatures/film/thirst (site oficial)
www.imdb.com/title/tt0762073

A crítica

(...) o exercício de estilo, virtuoso, esgota-se depressa.”
Francisco Ferreira, Expresso
(...) o filme cedo se perde numa teia desconexa de eventos "fortes", desabaratando as suas potencialidades dramáticas”
João Lopes, Diário de Notícias

Blogs

ver todos
3.0/5Thirst - Este é o Meu Sangue..., por Carlos Antunes
Se o mito do vampiro sugere uma cedência violenta ao desejo carnal, nada será mais sugestivo do que submeter um padre a essa condição.”
Split Screen, 31/Dez/2010
4.0/5Thirst
Uma fita riquíssima que não deixará ninguém indiferente, Park volta a surpreender e a redefinir o vampiro para o século XXI.”
Cinematograficamente falando, 24/Abr/2010
3.5/5"Thirst" por César Nóbrega
Seja pela polémica de um padre se tornar no maior dos pecadores, seja pela crueldade da vida impossível e condenada à morte que, contraditoriamente, se apresenta, "Thirst – Este é o meu Sangue" deve ser visto.”
Antestreia, 13/Abr/2010
sugerir um link

Comentários RSS

ver todos Faça login para deixar um comentário.

4.5/5Diogo Silva Diogo Silva 22 de Março de 2011 às 11:37

Se não fosse pela duração excessiva e de partes que poderiam muito bem ser retiradas do filme, esta irónica aventura de um padre que se transformou num vampiro e vê os seus antigos tabus tornarem-se nos seus novos desejos poderia mesmo ter alcançado a perfeição.

becas becas 6 de Junho de 2010 às 09:26

A ideia ate e boa mas a verdade e que tem tudo o que de pior o cinema asiatico tem de pior,o que o torna entediante.