A Estrada (2009)

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3.0/5..::Cátia Cruz::.. ..::Cátia Cruz::.. 9 de Setembro de 2011 às 10:57

Sinceramente, não me cativou como esperava, tendo em conta todo o aparato entusiástico de que o filme é alvo. É óbvio que os cenários são de cortar a respiração, a atmosfera é quase perfeita, as interpretações são intocáveis, a realização é muito competente e a narrativa é tão ou mais dura e negra do que a previsão de futuro pós-apocalíptico que apregoa. No entanto, senti que lhe faltou qualquer coisa que o aportasse para um outro nível, para lá da constante sensação de agonia terminal. Depende dos gostos... :)

4.5/5Rui Nunes Rui Nunes 25 de Março de 2011 às 13:10

Muito bom, é realmente muito mais que uma banal história pós apocalíptica, um drama intenso e muito bem interpretado e realizado.

5.0/5SayHey SayHey 13 de Junho de 2010 às 20:42

Dos melhores filmes que já vi. Interpretações fenomenais e o drama da história simplesmente fantástico. Aconselho vivamente!

5*

1.0/5dragoonfire dragoonfire 11 de Abril de 2010 às 15:06

Fraco.

3.5/5jonas jonas 15 de Março de 2010 às 17:27

tava á espera de melhor mas ta agradavel de ver e de acompanhar..mas confesso que tinha as expectativas um bocado elevadas. O ambiente do filme e a interpretação das duas personagens principais é o melhor do filme..Para mim Viggo Mortensen devia ter tado nomeado ao oscar..3.5*

4.0/5Luís Fonseca Luís Fonseca 22 de Fevereiro de 2010 às 04:14

Melhor que grande parte dos nomeados para melhor filme nos oscares

mngolo mngolo 19 de Fevereiro de 2010 às 13:15

Grande filme, uma fotografia realmente espantosa, afinal o cinema americano ainda pode surpreender,depois de ter visto tão maus produtos ultimamente, é uma alivio ver que ainda se fazem filmes que dão que pensar naquilo que pode mesmo acontecer, tal a nossa ânsia de consumirmos o planeta que nos pode consumir a nós.

3.5/5alex alex 6 de Fevereiro de 2010 às 15:25

Neste filme John Hillcoat conseguiu de forma genial criar um ambiente de tensão durante o tempo todo, foi muito importante ter apresentado aqueles flashback com as cenas da mulher que deu uma conotação ainda mais dramatica ao filme, Vigo Mortensen, mais uma vez teve aqui uma grande interpretação, fisicamente parecia estar mesmo debilitado e tornou-se comovente aquilo que fez para salvaguardar a vida do filho, mesmo sabendo que isso poderia ser pior para ele.
Já agora só uma pequena curiosidade, porque motivo o Guy Pearce só representa 5 minutos ou menos de filme? já no Hurt Locker aconteceu o mesmo, espero que comecem a dar papeis mais longos, pois ele no "Memento" demonstrou ser um grande actor.

4.0/5tiagosantosaad tiagosantosaad 23 de Janeiro de 2010 às 12:19

acho impressionante como o PTGate deu tão má nota ao filme. Um excelente filme, excelente ftografia, axcelente história. Fui com baixas espectativas e saí alucinado. 4.0/5

andrematos andrematos 19 de Janeiro de 2010 às 21:15

sem sombra de dúvida, um dos melhores filmes do ano

4.0/5Vitinha Vitinha 17 de Janeiro de 2010 às 21:33

é um bom filme sem duvida,boas interpretaçoes dos personagens principais,Viggo Mortensen com cheirinho a nomeaçao,o filme é rico em sentimentos,é bem realizado bem actuado,a fotografia negra como adequa se perfeitamente ao filme,é um filme apocaliptico visto por um prisma diferente, o que resulta numa experiência cinematográfica bastante boa

4*

4.5/5Adriano Adriano 17 de Janeiro de 2010 às 00:06

Um filme excelente com grandes actores e cenários apocalipticos !!!

Uma história de sobrevivencia no tempo em que se dá a extinção da maior presa do planeta "Nós"

18*****/20*****

Recomendo.

4.5/5Maaaaaaat Daaamooooon Maaaaaaat Daaamooooon 15 de Janeiro de 2010 às 18:50

É um filme muito emotivo que nos traz muitas emoções ao mesmo tempo, com brilhantes interpretações.

Sinto que faltava mais profundidade nas origens, mas pode ter sido uma coisa boa ter-se mantido na história entre o filho e o pai a sobreviverem.

4*

5.0/5joanne joanne 15 de Janeiro de 2010 às 17:24

O filme é cruo e mostra o limite da sobrevivencia e o que estamos realmente dispostos a fazer por ela.

VIVER não é o mesmo que sobreviver. É a história da personagem brilhantemente interpretada pela actriz Charlize Theron que é uma luz, no filme, uma luz negra, mas uma luz.

Robert Duvall está fantástico como a alma velha deambulante e só, que introduz passagens curiosas de humor negro.

Kodi Smith - McPhee é a criança-homem que é progetida initerruptamente pelo pai. E faz as perguntas mais directas do filme que nenhuma outra criança faria senao estivesse em tal moribundo mundo. Quando chora, comove.

VIGGO Mortensen é o HOMEM do filme. é o sofrimento, é alma pálida da sobrevivencia que nao se auto-destroi apenas porque carrega o filho ao colo. Pode esperar uma NOMEAÇAO.

O filme é marcado pelo Fortíssimo e simbólico elenco, pelo um bom argumento e por cenas que nao devem passar despercebidas:

ATENÇAO: ao momento que o Viggo faz um esforço de outro mundo para nao tocar piano, pq se o fizer sobreviver será mais dificil, trar-lhe-á memórias...

As ultimas imagens de Charlize Theron e de Duvall a fuga de uma mae e uma filha, a cave e no final pensem no cão e na escotilha....

AGORA PORQUE É QUE EU NAO DISSE O NOME DAS PERSONAGENS?

As personagens nao têm nome, isso nao importa. Todos são simplesmente ninguém.

Joanne.

4.0/5Valverde Valverde 15 de Janeiro de 2010 às 00:21

The Road, é um filme desesperadamente triste, mesmo com toda a coragem e carinho que é levada a cabo pelo excelente Viggo Mortensen. É um filme de uma beleza rara e pouco digestivel, e não traduz para alguém que não tenha lido o livro de Cormac McCarthy, a preciosidade da sua história e de todo aquele universo. É um filme bastante sinistro.

4.0/5ZooMorphic ZooMorphic 9 de Janeiro de 2010 às 18:29

"A estrada" é um filme apocalíptico que contraria a imagem de filmes apocalípticos recentes, onde a destruição faz-se acompanhar de uma trama rápida, movimentos agressivos e diversidade de planos.

Avisa-se, portanto, que este é um filme muito estático.
Os planos não são muito dinâmicos e a história desenrola-se de forma calma., parecendo que nos dá tempo para digerir as cenas, as frases, as mensagens das entrelinhas.

Tudo isso torna-o bem mais interessante que os seus similares.

A tela não se enche de efeitos especiais mas de portentosos desempenhos dos dois principais actores - Viggo Mortensen e do miúdo Kodi Smit-McPhee. Se o filme nunca perde fôlego é muito graças a eles.

A banda sonora e a fotografia estão , igualmente, a muito bom nível, contribuindo de forma categórica para uma sensação de melancolia que se entranha sem truques sensacionalistas.

Resumindo, não é um filme rápido e enérgico, mas pausado, quase poético e muito terno, onde a mensagem climatérica não se torna moralista de algibeira e é sobreposta pela imagem do instinto de sobrevivência do Homem e pela força do amor que filho e pai nutrem um pelo outro.

3,75*/5*

4.0/5Pedro Pedro 7 de Janeiro de 2010 às 12:37

Vi ontem a ante-estreia. Estava com as expectativas um bocado elevadas, quando saí estava um pouco decepcionado, mas vendo bem a experiência cinematográfica que tive, foram muitas coisas boas, bem acima da média que realmente vão conseguir colocar este filme num patamar dos melhores de sempre no género.
Parabéns ao Viggo Mortensen (se dúvidas existissem do grande actor que é) assim como a Charlize Theron, o Robert Duvall, Guy Pearce (aparece só no final), e ao miúdo Kodi Smit-McPhee.
A fotografia e a música são duas coisas do melhor que o filme tem. E claro, a própria mensagem subjacente à relação pai-filho.