a crítica
É um filme desconcertante, onde Kiarostami pratica um jogo que me deixa perplexo, a começar pelo logro que nos armadilha os primeiros vinte minutos, a prosseguir num tom onde a frivolidade elegante e o tumulto do amor se alternam”Jorge Leitão Ramos, Expresso
(...) um filme frágil, mais confundido do que confuso, cuja complexidade parece atraiçoar o espÃrito da simplicidade que, por norma, governa o cinema de Kiarostami.”Vasco Baptista Marques, Expresso


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