(2010)

poster

a crítica

É um filme desconcertante, onde Kiarostami pratica um jogo que me deixa perplexo, a começar pelo logro que nos armadilha os primeiros vinte minutos, a prosseguir num tom onde a frivolidade elegante e o tumulto do amor se alternam”
Jorge Leitão Ramos, Expresso
(...) um filme frágil, mais confundido do que confuso, cuja complexidade parece atraiçoar o espírito da simplicidade que, por norma, governa o cinema de Kiarostami.”
Vasco Baptista Marques, Expresso