A Gruta dos Sonhos Perdidos (2010)

Cave of Forgotten Dreams

poster

Sinopse

As grutas de Chauvet só foram vistas por um pequeno número de pessoas. Agora, Werner Herzog leva-nos ao seu interior onde estão as gravuras mais antigas da humanidade até hoje conhecidas.



Visitantes
Visitantes
3.6 (7 votos)
O meu voto
Login / Registo
Crítica
Crítica
3.9 (8 votos)

Detalhes

Ano: 2010
Estreia nacional: 05 de Janeiro de 2012

País: Canadá, EUA, França, Alemanha, Reino Unido
Género: Documentário
Duração: 90 min.
Classificação: M/6Q
Distribuidora: PRIS Audiovisuais

Realização:
Werner Herzog

Intérpretes:
Werner Herzog, Dominique Baffier, Jean Clottes

Links:
www.imdb.com/title/tt1664894

A crítica

Quantos cineastas vivos teriam hoje a coragem de fazer [da tese] a matéria-prima de um filme de longa duração?”
Vasco Baptista Marques, Expresso
(...) um grande documentário”
Francisco Ferreira, Expresso

Blogs

4.5/5Cave of the Forgotten Dreams
Não tentando ser de todo pedagógico, The Cave of Forgotten Dreams resulta num poema que revisa os primeiros indícios de arte e que os regista como documento para a posteridade. Poderão achar esta crítica demasiado pequena para um ensaio desta envergadura, mas na verdade é que existe muito pouco a apontar na direcção sincera e entusiasmante de Herzog e na posição do tema ou até mesmo da beleza parcial deste feito.”
Cinematograficamente falando, 7/Mai/2012
sugerir um link

Comentários RSS

ver todos Faça login para deixar um comentário.

3.0/5Valverde Valverde 11 de Janeiro de 2012 às 17:56

É, sem dúvida, um privilegio conhecer a partir de Werner Herzog um lugar restrito a um pequeno grupo de pessoas, que é, de facto, um património do mundo. É a existência viva do nosso passado inscrito naquelas rochas. As imagens vão muito para além das formas, baseiam-se na transmissão das ideias do passado, quando elas ainda eram modeladas pela primeira vez. Porém, infelizmente, desta vez Werner Herzog deixou-se fascinar pela enorme oportunidade e parece que se perdeu algum senso de narrativa. Este é um documentário importante, mas nem por isso brilhante.