Alta Fidelidade (2000)

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4.0/5Valverde Valverde 17 de Maio de 2011 às 22:35

John Cusack, no papel que nasceu para interpretar, entrega-nos uma personagem aborrecida e desiludida com os caminhos amorosos da sua vida. O filme explora esses conceitos frustrados do amor e alia-os a um conjunto de atitudes snobs sobre experts de musica. Ambas as paixões, os relacionamentos amorosos e a magia dos vinis são interligados com uma acuracia e beleza muito eficazes que tornam High Fidelity num agradável e inteligente filme de culto a conhecer.

3.0/5Filipe Nunes Filipe Nunes 18 de Novembro de 2008 às 23:56

Filme simpático, que se vê sem dificuldade. Boas interpretações e belissima banda sonora.
3/5

3.0/5Liliana Liliana 8 de Novembro de 2008 às 12:13

Este filme acaba por ser uma espécie de monólogo interminável (e por vezes cansativo) acerca do "Top 5" de desilusões e "traumas" amorosos vividos pelo protagonista, Rob (John Cusack)... mas ainda é possível resumir isto, desta forma: "Top 5 de namoradas q o "abandonaram", melhor dizendo, q o trocaram por outro" :) (visto assim, é realmente traumatizante...coitado do rapaz :) ). Depois...existe uma segunda fase, q também pode ser abreviada como uma tentativa de resolução desses mesmos "traumas".

A parte positiva é que, apesar de ser "uma espécie de monólogo cansativo", quase q chega a funcionar como uma "dissecação" de algumas das complexidades das relações amorosas, e, a esse nível não é totalmente desinteressante... e a propósito... não deixa de ser interessante "ouvir" os pensamentos de uma mente masculina... :) Ah... e claro, as (também intermináveis) discussões sobre música...
Ps. E de vez em quando, tb existiram no filme alguns momentos em q me lembro de ter pensado: "Esta parte teve piada" (mas não foram assim tantos :) ... por isso, o meu balanço final é... 3* .

3.5/5Dora Marques Dora Marques 18 de Setembro de 2007 às 17:51

Ninguém poderia fazer melhor este filme a não ser o John Cusack!
Viva o James Black!!

Pat
Pat 21 de Janeiro de 2007

É um filme algo diferente, na forma como é apresentado.
Aborda dúvidas existênciais quanto ao amor e à vida em geral, com algum toque de comédia, mas ser perder a seriedade.
Vê-se bem.