(2011)

Jodaeiye Nader az Simin

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Sinopse

Nader e Simin querem divorciar-se e pretendem deixar o Irão, já que Simin deseja a todo o custo garantir um futuro melhor para a filha de ambos, Termeh. Nader está relutante, porque não quer deixar o seu pai, um idoso que sofre de Alzheirmer. A separação é negada pela justiça e quando a mulher o deixa, Nader contrata uma jovem mulher para cuidar do seu pai. Mas ele não sabe que a sua nova empregada não só está grávida, como também está a trabalhar sem a permissão do seu instável marido. Em consequência desta situação, Nader vê-se envolvido numa teia de mentiras, manipulação e confrontos em público.



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Detalhes

Ano: 2011
Estreia nacional: 15 de Dezembro de 2011 (#17 na 1ª semana)
Estreia mundial: 16 de Março de 2011

País: Irão
Género: Drama
Duração: 123 min.
Classificação: M/12Q
Distribuidora: Alambique

Realização:
Asghar Farhadi

Intérpretes:
Peyman Moaadi, Leila Hatami, Sareh Bayat

Outros títulos:
A Separation

Links:
www.sonyclassics.com/aseparation (site oficial)
www.imdb.com/title/tt1832382

A crítica

Não fosse aquele início algo mastigado e gaguejante e estaríamos perante um belíssimo filme.”
Vasco Baptista Marques, Expresso
(...) nos volta a lembrar como poder ser entusiasmante o cinema que se faz no país de Kiarostami”
Jorge Leitão Ramos, Expresso

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5.0/5Jodaeiye Nader az Simin (2011)
(...) uma obra que se esconde das aparências, se revela mais perante o tema central e tece uma intriga merecedora de duas horas de duração. (...) E porque no Irão se faz verdadeiro cinema!”
Cinematograficamente falando, 17/Mar/2012
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3.5/5jonas jonas 2 de Setembro de 2012 às 11:17

não é a obra-prima que se pinta na minha opinião. mas tem qualidade 3.5*

4.0/5André Filipe Moreira Santos André Filipe Moreira Santos 19 de Maio de 2012 às 16:32

Concordo com quase tudo que o Valverde disse. As interpretações estão super reais, o argumento é muito bom e aquele final é um final aberto...
No Irão fazem-se bons filmes...4*

5.0/5Valverde Valverde 1 de Fevereiro de 2012 às 02:52

Uma Separação é tremendo e arrepiante. Não existe um único momento em todo o filme em que os motivos e intenções de cada personagem soem a falso. É tudo tão real e credível que durante duas horas esquecemos-nos que assistimos a um filme e simplesmente nos deleitamos com uma honesta visão quotidiana sobre morais de homens, valores de mulheres e leis culturais. Asghar Farhadi escreveu um argumento - arrisco-me a dizer - perfeito, contou com um elenco que teve a maior classe possível e presenteou-nos com uma obra prima absoluta que tão cedo não abandonará as nossas cabeças. Imperdível!