Florbela (2012)

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Sinopse

Num Portugal atordoado pelo fim da I República, Florbela (Dalila Carmo) separa-se de forma violenta de António (José Neves). Apaixonada por Mário Lage (Albano Jerónimo), refugia-se num novo casamento para encontrar estabilidade e escrever, mas a vida de esposa na província não é conciliável com sua alma inquieta. Não consegue escrever nem amar. Ao receber uma carta do irmão Apeles (Ivo Canelas), oficial da Aviação Naval e de licença em Lisboa, Florbela corre em busca de inspiração perto da elite literária que fervilha na capital.

Na cumplicidade do irmão aviador, Florbela procura um sopro em cada esquina: amantes, revoltas populares, festas de foxtrot e o Tejo que em breve verá o irmão partir num hidroavião. O marido tenta resgatá-la para a normalidade, mas como dar norte a quem tem sede de infinito? Entre a realidade e o sonho, os poemas surgem quando o tempo pára. Nesse imaginário febril de Florbela, neva dentro de casa, esvoaçam folhas na sala, panteras ganham vida e apenas os seus poemas a mantém sã. Por isso, Florbela tem que escrever!

Este filme é o retrato íntimo de Florbela Espanca: não de toda a sua vida cheia de sofrimento, mas de um momento no tempo, em busca de inspiração, uma mulher que viveu de forma intensa e não conseguiu amar docemente.



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Detalhes

Ano: 2012
Estreia nacional: 08 de Março de 2012 (#13 na 1ª semana)

País: Portugal
Género: Drama
Duração: 119 min.
Classificação: M/12
Distribuidora: Ukbar Filmes

Realização:
Vicente Alves do Ó

Intérpretes:
Dalila Carmo, Albano Jerónimo, Ivo Canelas, Soraia Chaves

Links:
www.florbela.pt (site oficial)
www.imdb.com/title/tt1976491

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3.5/5Florbela
Vicente Alves de Ó consegue um filme belo, profissionalmente eficaz e longe da linguagem televisiva que hoje abate o nosso cinema.”
Cinematograficamente falando, 13/Jan/2013
3.5/5Florbela, por Tiago Ramos
Não podemos contudo não avaliar Florbela à luz do cinema português actual. E embora este possa não ser o melhor filme português dos últimos anos, é seguramente um dos mais belos de sempre e que marca uma visão e estética muito própria e, com certeza, num realizador a continuar a seguir com muita atenção.”
Split Screen, 10/Mar/2012
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2.0/5Frederico Daniel Frederico Daniel 16 de Fevereiro de 2016 às 22:28