Tabu (2012)

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Sinopse

Uma idosa temperamental, a sua empregada cabo-verdiana e uma vizinha dedicada a causas sociais partilham o andar num prédio em Lisboa. Quando a primeira morre, as outras duas passam a conhecer um episódio do seu passado: uma história de amor e crime passada numa África de filme de aventuras.



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Crítica
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Detalhes

Ano: 2012
Estreia nacional: 05 de Abril de 2012 (#9 na 1ª semana)

País: Portugal, Alemanha, Brasil, França
Género: Drama
Duração: 110 min.
Classificação: M/12
Distribuidora: O Som e a Fúria

Realização:
Miguel Gomes

Intérpretes:
Teresa Madruga, Laura Soveral, Ana Moreira

Links:
www.imdb.com/title/tt2153963

A crítica

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À excepção de alguns pouquíssimos filmes, as últimas duas décadas de cinema português têm revelado um cada vez maior divórcio com o seu... mais ››
Paulo Figueiredo, Cinema PTGate
(...) depois disto, Gomes já não é um "grande cineasta português", é um grande cineasta, ponto final.”
Vasco Baptista Marques, Expresso

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4.0/5Tabu
Eis um filme belo, rico em termos técnicos e singular na nossa filmografia. Uma obra que invoca fantasmas de um país arrasado para desintegração imperial, mas que mesmo assim o faz declarando amor aos actos e á arte em sim. Contudo não lhe ficaria mal com um pouco mais de humanidade e menos melancolia.”
Cinematograficamente falando, 25/Jan/2013
5.0/5Tabu, por Tiago Ramos
Há algo de assombroso no cinema de Miguel Gomes. Cinema com alma, perdoem-me o cliché. Como o crocodilo. Aquela testemunha - que tal como nós, espectadores - assiste silenciosa e melancolicamente a este belo romance trágico no sopé do monte Tabu.”
splitscreen-blog.blogspot.pt, 7/Abr/2012
4.5/5«Tabu» – A África de Miguel Gomes
“Tabu” é um filme invulgar, poético e bastante interessante.”
www.cinema7arte.com, 6/Abr/2012
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3.0/5Valverde Valverde 7 de Janeiro de 2013 às 02:10

Se a primeira parte do filme é marcada por uma divagação melancólica e sem esperança, percorrida de calafrios e angústias e "engolires em seco" solitários, com cenas em que o director de fotografia Rui Poças encontra luzes geladas por detrás das suas personagens, a segunda é uma imagem romântica, secretamente erótica e cheia de ilusões que ainda são só esperanças. O meu único problema com o mais recente trabalho de Miguel Gomes, é a capacidade que têm de filmar coisas tão belas e querer tanto inovar-se e criar qualquer coisa nova. Confesso que adorava ter conhecido a segunda parte sem ouvir apenas o som etéreo e a voz do narrador. Mas, acredito que tal como quem conta esta história, essa seja a única forma de visitar as memórias. Seja como for, com paciência e observação, não deixem de dar uma oportunidade a este belo filme português.