A Teia de Gelo (2012)

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Sinopse

Jorge, um jovem ambicioso, tenta enriquecer rapidamente desviando dinheiro da empresa para a sua conta pessoal. Descoberto pelo chefe, sente que a sua vida corre perigo e refugia-se na montanha, onde um forte nevão lhe causa um acidente de carro.

Perseguido, gelado e perdido no meio da neve, Jorge entra nas profundezas da Serra onde, ao avistar uma casa antiga, pensa estar finalmente a salvo.

Mas nesta casa não há telefones, aparecem misteriosos cadáveres, há sombras de facas nas paredes dos corredores, as portas trancam-se sozinhas e estranhas mulheres visitam os quartos sem serem convidadas.

Quando o Diabo anda à solta, tudo pode acontecer.



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Detalhes

Ano: 2012
Estreia nacional: 03 de Maio de 2012 (#10 na 1ª semana)

País: Portugal
Género: Comédia, Drama
Duração: 100 min.
Classificação: M/12
Distribuidora: ZON Lusomundo

Realização:
Nicolau Breyner

Intérpretes:
Diogo Morgado, Margarida Marinho, Paula Lobo Antunes, Nicolau Breyner

Links:
www.imdb.com/title/tt1799506

A crítica

O mais insondável da coisa é que, Nicolau Breyner, profissional experiente, deve saber perfeitamente que nada daquilo faz sentido (...) Medonho!”
Jorge Leitão Ramos, Expresso

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1.0/5«A Teia de Gelo» – É um insulto ao cinema português!
“A Teia de Gelo” é assim um insulto ao cinema português e uma mancha negra, que facilmente será limpa, neste ambiente de evolução e encanto que o cinema português vive.”
www.cinema7arte.com, 6/Mai/2012
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3.0/5Maria Inês Maria Inês 11 de Maio de 2012 às 19:09

Não diria que é um filme recomendável para todos os tipos de espectador mas, sinceramente, acho que a crítica está a ser verdadeiramente preconceituosa com este tipo de cinema. Queixam-se do cinema comercial, quando verdadeiramente ele nunca chegou a existir aqui porque é imediatamente abafado.

Sobre o filme em si, realço primeiro os pontos positivos: a ideia da história não era má, é interessante a ideia de um informático moderno, rodeado de novas tecnologias que acaba numa casa antiga, sem acesso a rede e onde os aparelhos não o servem. A reviravolta no final é interessante (para quem a percebe). Já o elenco foi bem escolhido, não é uma surpresa que estes actores representem bem e são todos, de certa forma, "cinematográficos", adaptam-se bem. A fotografia do filme era notável, bem como os movimentos de câmara e as opções estéticas.

A grande falha do filme prende-se com a construção das personagens e a banda sonora. Com tanta asneirada pelo meio e personagens que não se enquadram nada no contexto português (uma namorada que atende o telemóvel quando "convenientemente" está a nadar numa piscina e a beber um sumo de laranja e a não fazer nada da vida apesar de ter problemas económicos?) a credibilidade perdeu-se e as frases pareciam forçadas. A banda sonora foi, nitidamente, o pior: passamos de música de thriller a Aurea em menos de 5 segundos, nem dá tempo para aproveitar a atmosfera, para além de que o uso das músicas foi previsível.

No fundo, é o tipo de filme que penso que não se deva excluir independentemente dos gostos, quanto mais não seja para que haja variedade no cinema português.