Cloud Atlas (2012)

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Coiso Coiso 22 de Março de 2014 às 20:09

Vejam este filme com atenção e com a mente aberta, isto é a genialidade do cinema ao seu mais alto nível
Um argumento de uma imaginação inacreditável e realização irrepreensível, um mergulho nas sombras do conhecido e desconhecido. São filmes destes que fazem acreditar que o cinema está vivo, nada de clichés manhosos e supérfluos.
O mais importante é que no fim, depois de inúmeras viagens e aventuras, a mensagem final é tão...simples !!!

5*

michel ramos michel ramos 11 de Fevereiro de 2013 às 16:34

uma seca, não aconselho!

3.0/5Valverde Valverde 6 de Janeiro de 2013 às 18:32

Realmente a filosofia do filme, acerca das coisas que fazemos (ou não) no passado, por mais pequenas que sejam, terem reflexão no futuro aplica-se na vida real. Escutem só: Eu tinha planos de comprar o livro de David Mitchell, quando ainda nem seque tinha ouvido falar na produção deste filme e encontrava-se à venda a 4 euros, com uma capa branca e muito simples. Custando-me apenas um pequenino passo, tive sempre tendência em adiar a compra por este ou por aquele motivo. Quando dou com o filme nos cinemas e me lembro que era interessante ler o livro antes de ver o filme, eis que me deparo nas livrarias e pingo doces com a obra a custar 18 euros e uma capa elaborada com os actores do filme e tudo. A outra edição já não está a venda. Acho que era mais ou menos disso que as três horas do filme falavam.

2.5/5André Filipe Moreira Santos André Filipe Moreira Santos 30 de Dezembro de 2012 às 13:39

Grande desilusão, são 2h30 de alguma seca em que vejo as diferentes histórias mal interligadas e sem muito interesse... Vejam antes "The Fountain - O Último Capítulo" de 2006, esse sim um grande filme...
2.5*

4.5/5João Tiago Figueiredo João Tiago Figueiredo 17 de Dezembro de 2012 às 05:10

Incrível como não se fala mais deste filme que tem tudo para ser um épico. Acredito que será daqueles filmes que se vai valorizar ainda mais com o passar dos anos, já que as nomeações para os Globos deixam antever um registo infelizmente pobre neste capítulo. Daqueles filmes que ficam ainda melhores a cada nova vez que se assiste.

4.5/5Diogo Pinheiro Diogo Pinheiro 8 de Dezembro de 2012 às 23:44

Fantástico! Constitui um enorme exercício de reflexão. Para ver e rever.

5.0/5António Madeira António Madeira 5 de Dezembro de 2012 às 00:22

Bom, há muito tempo que acompanho o PTGate e gostaria de inaugurar os comentários a este filme e a minha estreia em termos de participação neste sítio com esta obra de arte.

Começo por dizer que não li o livro, e fui ver o filme pela estrutura que parecia ir apresentar pelas poucas críticas que li, e porque era um filme dos irmãos Wachowski. De Tom Tykwer, conhecia apenas "Corre Lola Corre".

Vi-o ontem e devo dizer que ainda não me saiu da cabeça. Suspeito que tal não acontecerá tão cedo. Foram quase três horas intensas, em que não dei pelo tempo passar e em que absorvi cada plano que me foi apresentado. Claro que as expectativas que criamos acerca do trabalho de alguém, ajudam a "ler" as coisas a partir de um prisma diferente, emprestando-nos uma atenção e curiosidade que talvez não existissem em condições normais. Mas é por isso que os trabalhos honestos e com convicção costumam edificar-se sobre si próprios, criando assim uma marca de confiança para quem está atento a eles.

O filme baseia-se na premissa de que as decisões por nós tomadas nas nossas vidas, influenciam dicisões e acontecimentos futuros. Mas não só. Essencialmente e, como disse, sem conhecer a obra literária, trata-se de uma reflexão sobre a condição humana, sobre os erros cíclicos e repetitivos da Humanidade que se refletem na nossa História e nas vidas particulares de cada um. Mas, e longe de ser original ou de querer desbravar novos terrenos, fá-lo com uma intensidade que, ao contrário de Mallick, que a explora nos silêncios dos grandes planos, nos prende através da semelhança das personagens e da história complexa que se encaixa lentamente como um puzzle luminoso. Existe um fio condutor que liga épocas históricas diferentes e distantes, e que exploram o que é ser-se humano entre humanos e com humanos.
Com os irmãos Wachowski esperava-se uma reflexão filosófica e social sobre o poder e o caminho da Humanidade enquanto espécie. E é isso que nos oferecem, tal como fizeram com "Matrix" e "V de Vingança".
Houve representações mais bem conhecidas que outras, mas no geral, estiveram todos acima da média. Os efeitos especiais, a música, a fotografia, tudo conspira para fazer deste filme um épico que ficará certamente na memória de muitos como um dos grandes do início deste século.
Uma daquelas obras de nos levar às lágrimas, tal o turbilhão de emoções que nos suscitam.
Mais um sucesso para os Wachowski. Que tenham muitos mais. Se continuarem a maravilhar-me uma vez a cada década, dar-me-ei por mais do que satisfeito.