(2013)

Only God Forgives

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Sinopse

Julian dirige um clube de boxe tailandês, em Banguecoque, o qual serve, na realidade, de fachada para o seu negócio de tráfego de droga. A sua mãe, Crystal, líder de uma organização criminosa, viaja dos Estados Unidos para transladar o corpo do seu filho predileto, Billy, irmão de Julian, morto por ter selvaticamente assassinado uma jovem prostituta. Enraivecida e sedenta de vingança, ela exige a Julian a cabeça dos assassinos. Mas para tal, Julian terá de enfrentar Chang, um misterioso policia, uma espécie de justiceiro divino, idolatrado pelos seus pares.



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Detalhes

Ano: 2013
Estreia nacional: 25 de Julho de 2013

País: França, Tailândia, EUA, Suécia
Género: Crime, Drama, Thriller
Duração: 90 min.

Realização:
Nicolas Winding Refn

Intérpretes:
Ryan Gosling, Kristin Scott Thomas, Vithaya Pansringarm

Links:
www.imdb.com/title/tt1602613

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Only God Forgives (2013)
O filme apresenta vários factores a ter em conta: a fotografia, os planos, a prestação de alguns actores; mas peca redondamente em aspectos essenciais. A história é quase nenhuma, tal como os diálogos que, por tão poucos, tornam o filme aborrecido.”
road-to-immortality.blogspot.pt, 6/Ago/2013
4.0/5Only God Forgives
Tem os seus excessos de pretensiosismo, mas no geral este Só Deus Perdoa (titulo traduzido) é uma estilística viagem a um cinema que cada vez nos conquista. Não tão único como Drive, mas que mesmo assim continua a ser distinto.”
Cinematograficamente falando, 29/Jul/2013
3.0/5Crítica a «Só Deus Perdoa», por André Olim
Embora divisivo, Só Deus Perdoa cumpre satisfatoriamente as expectativas, mesmo que mal se aproxime de Drive – Risco Duplo, onde Refn e Gosling se mostraram no seu melhor. Desta colaboração sobeja uma sensação de fantasia e extravagância visual que permanece com o espectador.”
terceirotake.blogspot.pt, 25/Jul/2013
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1.0/5torique torique 24 de Setembro de 2013 às 18:06

daqueles filmes mesmo maus, que tedio.

1.0/5Zukunft Zukunft 4 de Agosto de 2013 às 13:51

filme estranho, complicado de acompanha por ser muito lento e parado.

5.0/5Valverde Valverde 23 de Julho de 2013 às 03:18

Se o anterior Drive era um trabalho de pureza estética e de estudo da psique, aqui em Só Deus Perdoa, a intimidade, virilidade, sexualidade e moral cultural são as forças extraordinárias a personificar o estilo e a substancia desta história sobre um individuo reprimido e enclausurado em complexos freudianos. É que, vejamos, Nicolas Wedding Refn, desta vez não usou personagens, mas sim cobaias num teste de estudo clinicamente perverso. A cinematografia kubrickiana no dojo que Julian percorre é de uma fascinante e complexa beleza labiríntica como há muito não via. Kristin Scott Thomas é absolutamente perfeita no papel da possessiva mãe castradora. Na suma, Só Deus Perdoa mostra um realizador no absoluto controlo artístico e isso só se pode traduzir no objecto cinematográfico de uma beleza sinistra que é.