A Mulher que Acreditava Ser Presidente dos EUA (2003)

poster

a crítica

(...) o nosso riso nunca explode (porque não há «gags» nesta fita), mantém-se no amarelo, porque quem mais casquina é o realizador (...) O que João Botelho não terá encontrado - esse o calcanhar de Aquiles da fita - é uma continuidade que ultrapasse as ideias de «cenas» e as concatenasse numa narrativa.”
Jorge Leitão Ramos, Expresso