Carandiru (2003)

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a crítica

Onde o livro de Varella é seco, duro e descritivo, o interminável filme de Babenco usa e abusa do realismo folclórico e do sentimentalismo grotesco nas descrição dos presos, da facilidade demagógica, da condescendência esquerdista e do didactismo pé-de-chumbo.”
Eurico de Barros, Diário de Notícias